Super Bowl no cinema
Vi esse video no sempre engraçado Kibeloco e achei muito bom! Foi criado pelo Slate V nos Estados Unidos. Nele, é feita uma sátira demonstrando como seria o Super Bowl, se fosse dirigido por um dos caras abaixo:
Quentin Tarantino (Cães de Aluguel, Pulp Fiction, Kill Bill….)
David Lynch (O Homem Elefante, Veludo Azul, Cidade dos Sonhos….)
Wes Anderson (Pura Adrenalina, Três é demais, Os Excêntricos Tenenbaums….)
Jean-Luc Godard (Vivre sa Vie, Charlotte et Son Jules, Alphaville….)
Werner Herzog (Fitzcarraldo, Pequeno Dieter Precisa Voar, Nosferatu o Vampiro da Noite….)
Dia de todos os Saints!

31 x 17: esse foi o placar final da primeira conquista de Super Bowl do New Orleans Saints. Depois de superar uma equipe fortíssima, o Indianapolis Colts, os comandados da máquina Drew Brees podem agora celebrar o grande título da franquia que já foi considerada um saco de pancadas, desde a sua fundação, em 1967. Neste ano, porém, as coisas foram diferentes. As cores preto e dourado agora são a última moda na NFL. E o “tema da vitória”, o famoso When The Saints Go Marching In. A Bourbon Street, em New Orleans, ficará pequena de hoje até o fim da próxima semana.
Não há que se criticar Peyton Manning pela interceptação que praticamente decidiu a partida, nos minutos finais. O irmão mais velho de Eli é uma lenda viva que praticamente leva o time nas costas. Hoje, porém, era dia de Drew Brees e sua turma. Incluindo aí a primeira partida disputa do ex-GIANTS Jeremy Shockey, que pôde anotar um importantíssimo touchdown no último quarto da partida.
Para coroar o grande Super Bowl XLIV, ainda rolou um showzaço com o The Who no intervalo.
Parabéns a todos e vamos torcer para os nossos GIANTS estarem numa próxima decisão!
- “Oh, when the Saints go marching in
- Oh, when the Saints go marching in
- Lord, how I want to be in that number
- When the Saints go marching in“
Também tem aqui minha música para os Saints [The Saints Are Coming - Green Day]
Hoje é dia de Super Bowl!

É hoje! Super Bowl com o show do meu querido The Who! Pra ser mais perfeito, só faltava ser o Giants na final, mas.. Enfim, o jogo começará as 21h daqui, porém muitas emissoras irão começar a transmitir algo relacionado a grande final apartir das 20h! Pra quem não tem TV a Cabo [meu caso] abaixo tem os links de possíveis transmissões:
Transmissão [1] / Transmissão [2] / Transmissão [3] / Transmissão [4]
Bom jogo para todos!
Quem vai levar?

A um dia do maior espetáculo anual da Terra, qual é a sua opinião?
Indianapolis Colts? New Orleans Saints?
A sorte está lançada.
Pronto pra outra

Brandon Jacobs sofreu em 2009 com uma temporada miserável. Mas o running back dos GIANTS aprendeu uma experiência valiosa: “não jogar machucado“, disse Jacobs, em uma conferência de imprensa antes do Super Bowl. “Se algo acontece a você, vá e cuide daquilo, não importa o que seja. Porque as coisas não vão ficar melhores“.
Esse foi, certamente, o caso de Jacobs na temporada passada, quando ele machucou o seu joelho direito na semana 1 e nunca se sentiu perto dos 100% depois daquilo. Ele ainda jogou 15 partidas antes de ser colocado no injured reserve, antes do encerramento da temporada. Mas ele se fechou como uma concha, obtendo 835 jardas em uma modestae média de 3,7 jardas por carregada.
O jogador passou por cirurgia no joelho para reparar o entorno da cartilagem do menisco, e disse “Tá tudo beleza“. Mas, friamente, o RB declarou que deveria ter feito essa intervenção cirúrgica durante a temporada. Assim, talvez ele pudesse ter voltado como ele realmente é no final do ano.
Embora tenha assumido a culpa pela decisão, Jacobs disse que isso não pode soar como uma desculpa. Mas que agora está bem e que pretende alcançar grandes marcas com os GIANTS. Ele tem 27 anos e, teoricamente, mais alguns anos para passar por cima de seus marcadores.
Primeira pessoa do singular

Tá de palhaçadinha, Osi Umenyiora? Ok, se fosse aquele baita jogador que formava uma defesa fantástica há dois anos atrás, poderíamos até levar algo em consideração. Mas partindo de um defensor que fez parte de uma peneira nesta temporada, depois de passar a anterior inteira afastado dos campos (mas não das baladas) por contusão, chega a ser bem engraçado.
Entrevistado por uma rádio novaiorquina, o defensive end ameaçou abandonar o football se não tiver garantida a condição de titular pelos GIANTS. “Eu não vou ser um jogador estepe, isso eu posso te prometer“, disse Umenyiora à estação de rádio. “Eu vou parar de jogar antes de fazer isso de novo. Essa foi a pior offseason de toda a minha vida. Eu sequer consigo pensar em quando as coisas foram tão ruins como tem sido agora. Supostamente, deveríamos relaxar, mas eu não consigo por causa do que aconteceu na última temporada, entende? Então, pra mim, não é algo que irei fazer. Se eu for chamado para voltar e fazer aquilo de novo, eu simplesmente encerrarei com o football“.
Que gracinha…..que espírito coletivo!
Umenyiora disse que foi muito bom ser um underdog, ou seja, time não favorito, na campanha para o Super Bowl XLII. Na temporada seguinte, porém, uma grave contusão no joelho o afastou de toda a temporada. Na última, suas participações foram apenas discretas, passando vários minutos no banco de reservas, especialmente nos últimos jogos. “Obviamente, quando você passa por uma situação de estar no time a muitos anos, e ganha Super Bowls (não entendi esse plural) e vai para o Pro Bowl algumas vezes (não era só uma?), então as coisas começam a acontecer e você vai parar no banco, e eles dizem que você irá a campo num third down rush, eu acho que parece que as coisas estavam escritas naquela ocasião. Sinto como se não fosse mais bem-vindo, porque, para certas pessoas, não importa o que aconteça, elas nunca serão tiradas de campo, entende o que quero dizer“?
Entendemos, sim. Você é egoísta e se coloca à frente do time.
“Então, eu sinto isso. Sinto que talvez tenha sido meu último ano por causa desta situação. Mas você nunca sabe, cara. Espero que não. Espero que as coisas possam ser corrigidas e resolvidas. Mas, veremos”.
O contrato de Umenyiora vai até 2012.
Particularmente, acho que seja caso de RUA. Se acha maior do que os GIANTS? Ótimo….seja homem, cumpra sua palavra e abandone o esporte. Mesmo que estivesse jogando tudo o que jogou dois anos atrás, um comportamento desses mostra exatamente a bagunça que foi a franquia na temporada que se encerrou antes dos playoffs para nós. Um bando de estrelinhas (não todos, é claro), que não lembravam em nada a equipe raçuda de 2007-2008, cujo clima interno foi fundamental para o vexame de 2009. Sendo assim, quanto mais tumores forem retirados do roster, melhor para nós.
“The Who”….quem?!?

Vamos abrir uma exceção aos GIANTS e ao football, para publicar uma matéria sobre música. Aliás, sobre uma das bandas que, apesar de inglesa, é “a cara” do futebol americano. The Who é o seu nome. Não é segredo para ninguém que tanto eu quanto o Renato somos grandes fãs do som dos caras. Mesmo com alguns anos de diferença (eu sou jovem e ele ainda é uma criança) e sem nunca termos nos encontrado pessoalmente, partilhamos uma grande admiração pelos GIANTS e também por essa banda. Mas o que, de fato, é o Who?
O grupo surgiu na Inglaterra em 1964, sendo formado por John Entwistle, no baixo; Pete Townshend, na guitarra; Keith Moon, na bateria e; Roger Daltrey, nos vocais. Uma das principais características da banda sempre foi a combinação de agressividade brutal no palco, mesclada com uma qualidade musical incontestável. O trio dos instrumentos é referência para a maioria dos roqueiros que surgiram depois. John Entwistle foi considerado o baixista do milênio passado pela mídia especializada, o baterista Keith Moon é um ícone das maluquices do rock, tendo sido o precursor das baterias destruídas no palco, assim como fazia Pete Townshend com sua guitarra. Roger Daltrey também botava fogo no circo, com seu microfone giratório. Apenas Entwistle, com um ar blazé, ficava no canto direito do palco, como se nada estivesse acontecendo. Ah….bons tempos do rock! Aquilo sim era um espetáculo!
The Who também foi o precursor das chamadas “Óperas Rock”, na década de 70, com os conceituados Tommy e Quadrophenia. Ambos influenciados pelo single “A Quick One, While He´s Away“, do início dos anos 1960. Tommy não foi apenas um disco de sucesso: a peça teatral ficou por muito tempo em cartaz na Broadway, além de ter ido parar nas telas de cinema, num filme bizarro que contava até com o jovem Jack Nicholson.
Mas nem tudo foram flores na história do The Who. Keith Moon, após vários episódios de abusos químicos, que incluiu um desmaio em pleno palco provocado por tranquilizantes para elefantes, a expulsão eterna da banda de uma famosa rede hoteleira (graças ao seu mergulho com carro e tudo na piscina deles) e inúmeros quartos de hotéis destruídos (com direito a móveis e eletrodomésticos arremessados na rua pela janela), veio a falecer de overdose no final dos anos 1970, pelo uso excessivo de um remédio contra o alcoolismo. Já no início deste século, na véspera de uma gigante turnê mundial, Entwistle perdeu a vida após sofrer um infarto no seu quarto de hotel. De acordo com a prostituta que o acompanhava, os dois haviam cheirado cocaína naquela noite. Pete Townshend também teve seus problemas com a justiça, após ser preso acusado de ter material pornográfico infantil em seu computador doméstico. Após, foi absolvido ao comprovar sua inocência. Porém, o arranhão foi inevitável. Somente Daltrey passou relativamente ileso às confusões do passado. Apesar da fama de brigão da juventude, o vocalista sempre foi um exemplo de dedicação à preparação física, carreira musical, artística e causas humanitárias, com várias ações de caridade. Pelo conjunto da obra, em 2004 foi condecorado pela Rainha da Inglaterra com o título de “Comandante do Império Britânico”.
Enfim, essa é uma breve história do The Who. Espero que os fãs e também aqueles que ainda não conheciam a banda, possam curtir um belo som no intervalo do Super Bowl. E que Peyton Manning, Drew Breew e companhia façam jus à presença do grupo, sendo ótimos coadjuvantes durantes o jogo.
WON´T GET FOOLED AGAIN, um dos principais sucessos da banda
A mesma música, com o áudio isolado no baixo de John Entwistle (inacreditável)







