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David Wilson: Impacto já no ano de estreia

Fonte da imagem: Getty Images
A NFLPA (Associação de Jogadores da NFL) organizou a sua Rookie Premiere na última sexta-feira, evento que é uma espécie de apresentação dos calouros que estrearão na próxima temporada.
David Wilson, dos Giants, foi entrevistado pelo jornalista Joel Wilson e disse que a equipe espera por uma ajuda imediata dele, já no próximo campeonato.
“Eles me escolheram por primeiro e querem que eu contribua já. Estou metendo o meu pé na porta“, disse Wilson. “Ano passado, eles foram modestos no jogo corrido e agora trouxeram um running back. Eles esperam que eu contribua. (Ahmad) Bradshaw é um ótimo running back, mas não é um cara muito grande, então, vamos complementar um ao outro. Embora nós dois não sejamos muito grandes, corremos forte. Isto é tudo o que você pode exigir de um running back“.
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Lawrence Taylor: Quer pagar quanto?

Fonte da imagem: SCPAuctions
Enquanto os Giants de 2011 celebram o anel recebido pela conquista do Super Bowl passado, em cerimônia acontecida na última quarta-feira, um ex-jogador da franquia está se livrando do dele.
O linebacker Lawrence Taylor está negociando a joia que recebeu pela conquista do Super Bowl XXV, como membro dos Giants de 1990, no site SCPAuctions.com.
Enquanto escrevemos este post (meia-noite de sexta), o maior lance (dentre 21) estava em $ 89.568 dólares. O valor estimado da peça fica entre $75 e 100 mil dólares. O leilão termina no sábado.
O agente de marketing de Taylor, Mark Lepselter, não pôde ser encontrado para comentar a ação do seu cliente.
Taylor, que se aposentou em 1994 após uma carreira de 13 anos que revolucionou a posição de linebacker na NFL, andou envolvido com alguns problemas legais, em anos recentes.
Sua última confusão veio em 2010, quando foi preso por ter mantido relações sexuais com uma garota de 16 anos de idade. Ele se declarou culpado das acusações de desvio de conduta e por financiar uma prostituta, sendo sentenciado a seis anos de condicional em março de 2011, estando agora registrado como um ofensor sexual.
Ele também teve um histórico de problemas financeiros e foi sentenciado a três meses de prisão domiciliar, cinco anos de condicional e 500 horas de serviço comunitário, por evasão de tributos, em 2000.
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Finalmente, os anéis estão nos dedos!

Fonte da imagem: AP
Como um garotinho com o seu brinquedo novo, Eli Manning mal podia esperar.
“Você fica de pé no palco, segurando a caixa“, disse na noite de ontem, quarta-feira, “e você fica só imaginando o quão rápido poderá descer de lá e abrir aquela caixa, para pegar o anel“.
Manning e os seus colegas de New York Giants receberam os anéis do último Super Bowl, na joalheria Tiffany´s, e a joia foia tão impressionante quanto a arrancada da equipe no playoffs passado.
Foi o segundo título em cinco anos para Eli e a franquia, e o quarto da organização, desde o início da “Era Super Bowl” para a organização novaiorquina.
O anel, de ouro, diamante e safira, fez o maior sucesso.
“O azul fez a diferença“, comentou Manning. “Queríamos algo de azul, pois os Giants são o ´Big Blue’ . Definitivamente, queríamos algo nessa cor para brilhar um pouco mais“.
O interior do anel foi gravado com o mantra do treinador Tom Coughlin na última temporada: “Finish” e também com “All In“, outro tema que envolveu o time desde os dois últimos jogos vencidos na fase regular (contra Jets e Cowboys), passando pelos playoffs até a conquista do Super Bowl, contra os Patriots.
O defensive end Justin Tuck, líder da defesa da equipe, colocou nos dedos os seus dois anéis de SB: a versão de 2008 e a de 2012, que praticamente ofuscou aquele. Ele usou um em cada dedo indicador e ainda ficou segurando o Lombardi Trophy.
“O segundo faz você ficar muito mais faminto“, afirmou Tuck. “Da primeira vez, você fica pasmo. Eu acho que queremos construir uma dinastia“.
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Adrien Robinson está “muito ansioso”!

Fonte da imagem: NY Daily News
Adrien Robinson , o tight end de Cincinnati draftado na quarta rodada pelos Giants, admitiu durante o rookie mini-camp da semana passada que está “muito ansioso” para pegar alguns passes lançados na sua direção.
Apesar de ter dito sentir que sempre foi “naturalmente bom” em pegar a bola, o jogador de 1,93m e 121 Kg teve apenas 29 recepções em quatro temporadas com os Bearcats.
“Tínhamos um grande running back em Isaiah Pead. Meu papel era ser um bloqueador“, afirmou.
Robinson disse que não ficou frustrado com a baixa oportunidade para recepções em Cincinnati.
“Você não pode chorar por não pegar a bola, é apenas parte de ser um jogador de equipe, especialmente quando estamos vencendo. Mesmo se estamos perdendo, você tem que ser um jogador de equipe. Eu não posso chamar as jogadas. Os treinadores chamam as jogadas, é só ir até lá e executá-las. Eu nunca fiquei frustrado“.
Não existiram muitas oportunidades para Robinson exibir as suas habilidades de recepções de passes durante o evento do último fim de semana, ainda mais, especialmente, com os quarterbacks que estavam lá como tryouts (fazendo testes), que muitas vezes não conseguiam colocar a bola na mesma área combinada com seus alvos.
Robinson, no entanto, fez uma jogada que demonstrou as mãos e condição atlética que levaram os Giants a usar a seleção 127 geral do Draft de 2012 sobre ele. O TE chegou a pegar um passe curto e forte jogado bem sobre a sua cabeça, recebendo alguns elogios do técnico Tom Coughlin, por fazer uma “agarrada difícil“, nas palavras do treinador.
Robinson não viu o lance como algo fora do comum.
“Foi apenas uma bola alta, mas eu sinto como se esperassem que eu fizesse a jogada“, disse.
O coordenador ofensivo Kevin Gilbride gostou do que viu de Robinson durante o mini-camp.
“Obviamente, quanto mais um cara faz alguma coisa, ele é convidado a ser um ponto focal no jogo aéreo, cada vez mais que progredir. Tenho consciência de que ele está começando um pouco mais atrás, mas parece ser um cara grande que pode correr. Ele fez uma grande recepção no último jogo. É claro que correu na direção errada. Deveria ter ido por dentro e cortado a curva do “Z”, mas esse é o tipo de coisa que acho que teremos que lutar por um tempinho“, disse Gilbride. “A coisa boa é que você simplesmente gosta de ver um cara que tem o potencial físico para fazer algumas coisas. Parece que ele tem isso. O quão rápido ele puder assimilar o nosso ataque; o quão rápido puder reconhecer o que estão fazendo as defesas e fazer os ajustes apropriados, isso irá longe“.
Robinson espera que sua condição atlética o ajude a compensar as oportunidades que faltaram na universidade, no que diz respeito a aprender a receber passes contra os defensores da NFL.
“Eu sempre fui meio que naturalmente bom nisso (pegar a bola). Joguei de receiver no high school e quando comecei em Cincinnati. Essa sempre foi a minha base. Nos meus dois últimos anos em Cincinnati, eu era um bloqueador in-line na maior parte do tempo“.
Com Jake Ballard e Travis Beckum recuperando-se de lesões no joelho sofridas no Super Bowl, será, obviamente, uma oportunidade para Robinson encontrar um papel no ataque desde o início.
Com Coughlin e Gilbride, o uso do tight end pelos Giants sempre foi um pouco mais tradicional do que várias equipes fazem atualmente. O que significa que o tamanho de Robinson, a experiência e a óbvia vontade de bloquear poderão colocá-lo em campo muito mais rápido.
“Eu estou acostumado a me movimentar, ficando no backfield e bloqueando os linebackers“, garantiu Robinson. “É uma grande oportunidade. “Estou feliz por estar aqui. Feliz que me escolheram e me deram a oportunidade“.
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Tom Coughlin: Homenageado pelo Exército
Fonte da imagem: ArmyTimes
Por anos, Tom Coughlin homenageou os homens e as mulheres que prestam o serviço que, segundo ele, permite aos americanos “dormirem sob o cobertor da liberdade“.
Neste mês, um ramo das Forças Armadas retornará o favor, homenageando o treinador dos Giants.
No próximo dia 23, Coughlin será um dos cinco civis condecorados com uma medalha por prestação de serviços extraordinários, a terceira maior honraria que o Exército dos EUA pode prestar a um não-militar. O prêmio será entregue a Coughlin pelo General Raymond T. Odierno, o atual Chefe de Departamento do Exército, um grande fã dos Giants e amigo próximo do técnico. Isso ocorrerá em Arlington, Virginia, sede do QG da entidade.
Entre os outros programados para receberem o prêmio, estão outras duas figuras ligadas ao esporte profissional americano: o treinador dos Ravens, John Harbaugh, e o ex-ártbitro da NBA, Bob Delaney.
Coughlin está sendo reconhecido por seu trabalho em atividades a favor das Forças Armadas, como, por exemplo, ter sido parte do grupo de treinadores da NFL que foram ao Golfo Pérsico, três anos atrás, e também por seu acolhimento a veteranos, como faz ao convidar feridos de guerras para treinar com a equipe e assistir o jogo do gramado, na semana do Veterans Day. Em 2008, Coughlin levou sua equipe ao Walter Reed Medical Center, antes da visita à Casa Branca, quando foram homenageados pelo então Presidente George W. Bush, após a conquista do Super Bowl XLII. O time planeja incluir visitas a outras instituições, na visita que farão este ano a Barack Obama.
O coach, que demonstra um ritual de referência perante as tropas a cada execução do Hino Nacional, antes dos jogos, deu as boas vindas ao Tenente Coronel Greg Gadson dentro do elenco dos Giants, desde que o assistente técnico Mike Sullivan o apresentou a ele, em 2007.
Gadson, que perdeu ambas as pernas no Iraque, continuará sendo uma presença inspiradora para a equipe, mesmo com a saída de Sullivan para os Buccanneers. O militar também teve um papel recentemente no filme Battleship (no Brasil, “Batalha Naval”) e estará no lançamento da película, à bordo do porta aviões USS Intrepid, nesta terça-feira. Justin Tuck está programado para comparecer ao evento.
* Texto original, aqui.















