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Osi: “Ficarei feliz com o que acontecer”

Fonte da imagem: ESPN
O defensive end dos Giants, Osi Umenyiora, declarou na última segunda-feira em um programa da ESPN que, sobre ser negociado pela franquia nesta offseason, ele pode ver como algo positivo, seja qual for o destino final.
“Apenas temos que ver o que vai acontecer”, disse Umenyiora. “Eu posso ver como algo bom, aconteça o que for. Será assim se eles me mantiverem, será assim se ele me trocarem, porque será algo que fará sentido para os dois lados. Portanto, espero que as coisas funcionem no meu interesse. Eu sei que a equipe fará o que for melhor para ela. Eles sempre tomaram as decisões certas nesta organização. Quer seja me mantendo ou me trocando, eu adoraria ficar, mas no final do dia eu entendo que tudo é um negócio e espero que as coisas funcionem legal. “
Umenyiora também disse que está “tranquilo” com a franquia, apesar de seus altamente explícitos problemas com o GM Jerry Reese nas suas negociações de contrato em offseasons passadas.
“Eu e Jerry Reese, eu e os proprietários, o Sr. Mara eo Sr. Tisch, estamos todos numa boa”, disse Umenyiora.“Mesmo quando tudo isso estava acontecendo, não era realmente tão controverso como as pessoas estavam dizendo. Nós apenas sentamos e tivemos um monte de conversas. Fomos para lá e para cá, como tudo o que estava acontecendo. Eles entendem que é uma negócio, assim como eu entendo do mesmo jeito. Se alguma coisa acontecer, se eu for trocado ou liberado, não vai ser ruim. Eles provavelmente estariam fazendo isso para o meu próprio bem, na realidade, então eu vou ser feliz com tudo o que vier a acontecer”.
A coisa mais interessante aqui é que Umenyiora não está exigindo nada. Depois de ter se queixado sobre as negociações de duas offseasons atrás e exigido uma negociação na última, quando não conseguia fazer um novo contrato, agora ele aparenta estar de acordo com o que quer que seja que os Giants decidam fazer.
Umenyiora volta a ser o problema

Fonte da imagem: NY Daily News
Ainda é apenas um rumor, mas vem ganhando espaço na imprensa da Florida que os Dolphins pretendem levar Osi Umenyiora para Miami. especialmente após a recente aposentadoria de Jason Taylor.
Os Giants vivem um dilema: a equipe está no limite do orçamento salarial e tem muita gente querendo valorizar seus contratos, ainda mais depois da conquista do Super Bowl. Como sabemos, o caso de Umenyiora é ainda mais delicado, após as discussões públicas entre ele e o GM Jerry Reese, acusado de ser “mentiroso” pelo defensive end, pois não teria cumprido com a palavra de renegociar seu vínculo. “Osi está sob contrato, mas nós discutiremos tudo como uma equipe, inclusive os problemas que poderão surgir“, declarou Reese.
Umenyiora ficou de fora de muitos jogos da temporada passada, não se sabe se apenas por problemas físicos ou por pouca disposição para atuar pelos Giants, mas voltou com tudo na metade final e voltou a brilhar nos playoffs, valorizando ainda mais o seu passe. Só que, ao mesmo tempo, viu um jovem chamado Jason Pierre-Paul o substituir no time principal e se tornar o nosso grande destaque defensivo da temporada vencedora. O outro veterano estrelado, Justin Tuck, também sofreu com lesões mas sempre esteve disposto a atuar no sacrifício, capitaneando a defesa. Assim, quando esteve em campo, sobrou para Osi a função de “reserva de luxo” para manter a linha descansada, quase que exclusivamente para fazer o pass rush (no qual é um artista, diga-se de passagem).
Agora, com um desgastado Umenyiora sendo objeto de cobiça por outras franquias, volta-se a falar na possibilidade de os Giants draftarem um novo defensive end, já que não está afastada a possibilidade de Tuck passar por uma intervenção cirúrgica no ombro. Dias atrás, trouxemos Craig Marshall, ex-companheiro de JPP na universidade e que estava na paralela UFL. Mas ainda parece ser pouco, caso Umenyiora realmente saia e Tuck volte a sofrer com os problemas físicos que o castigaram na temporada que terminou.
Não sei como, mas seria fantástico se todos chegassem a um acordo e o nosso trio campeão pudesse permanecer unido por mais tempo, para o terror dos quarterbacks adversários.
Giants e os Running Backs

Fonte da imagem: Getty Images
Em um dos New York Groove que fizemos na última temporada, levantei uma questão que ainda incomoda ou deixa cheia de dúvidas boa parte da torcida dos Giants: precisamos de um novo running back? Quem respondeu na lata, sem pestanejar, foi o Thiago Perdigão: “Os Giants precisam de alguém da posição e não é para daqui a dois anos; é para já“.
Outrora um time que apostava no ataque terrestre, o Big Blue resolveu inovar em 2011 e fez com que Eli Manning revolucionasse, de certa forma, os paradigmas históricos da equipe. Muito provavelmente, NY nunca teve um quarterback tão eficiente quanto foi Eli no último campeonato, mas podem apostar que isso se deu, em grande parte, por pura necessidade, já que os avanços por terra não foram nada bons. Aliás, foi o pior da temporada regular, embora tenha tido uma sensível melhora nos playoffs, com direito ao touchdown (de bunda) que nos garantiu mais um Super Bowl.
E o que aconteceu conosco nesse ano que passou? De quem é a culpa? Dos jogadores da posição? Da linha ofensiva que bloqueou mal? Dos oponentes que vinham nos estudando havia tempo? Bem…pode ser apenas uma ou um pouco de cada uma dessas muitas opções. Felizmente, poucos contavam com um Manning monstruoso e com um grupo de receivers que tocou o terror nas secundárias adversárias. Mas vamos analisar cada um dos nossos running backs, pensando no futuro:
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Ahmad Bradshaw: obviamente, é o líder do grupo. Draftado em 2007, foi o titular da posição nos últimos dois anos, graças à sua explosão e arranques que garantem bons avanços para os Giants. Como defeito, ainda insiste em conquistar algumas jardas impossíveis, embora tenha protegido melhor a bola no ano que passou, sofrendo menos fumbles do que num passado recente. Mas o seu maior problema, talvez, esteja em conseguir se manter saudável. Na última temporada, voltou a sofrer com uma fratura no pé que o tirou de alguns jogos do campeonato (nos quais a sua ausência ficou evidente) e praticamente não treinou, por precaução da comissão técnica. Desta forma, participando (no máximo) das atividades das sextas-feiras, tentava estar o mais preservado possível para as partidas de domingo. Precisamos que esteja totalmente recuperado para o campeonato que começa no segundo semestre.
Brandon Jacobs: prestes a completar 30 anos, o melhor amigo de Bradshaw até ganhou um post aqui só para ele, poucos dias atrás. A grande dúvida que existe na franquia, é: será que o Trenzinho ainda pode render para o time? Sabendo-se que Jacobs é um jogador que baseia seu jogo num corpanzil absurdo, a idade passa a ser uma inimiga, a cada dia que passa. Depois de uma temporada em que esteve longe de ser brilhante (embora com dedicação ao grupo e bons momentos em algumas situações decisivas), diretoria e comissão técnica devem estar travando um embate para decidir se ele será merecedor ou não de permanecer nos Giants, ainda mais depois do belo bônus a que terá direito, no próximo mês. O atleta, ao mesmo tempo, mostra-se confuso, sendo capaz de, na mesma entrevista, dizer que ama a franquia e que até aceitaria menos dinheiro para permanecer por lá, mas declarando, logo em seguida, que consideraria os Jets como uma boa opção para permanecer na Big Apple.
DJ Ware: poucos sabem, mas Ware é bicampeão do Super Bowl tanto quanto Bradshaw e Jacobs. Ele ingressou na NFL em 2007, draftado pelos Titans, sendo depois negociado com os Jets e indo parar nos Giants. Na época, era conhecido como Danny Ware, sendo o quarto elemento do esquadrão “Earth, Wind, Fire and Water“, do qual também fazia parte Derrick Ward, hoje, opção pouco utilizada nos Texans. Embora discreto, DJ é tido como o cara que pode fazer com que uma eventual saída de Jacobs não seja tão sentida. Ele aceitou bem a condição de RB para jogadas pontuais, com poucas participações nas partidas, mas que entra em momentos decisivos. Tom Coughlin confia nele tanto para terceiras e quartas descidas, quanto para conversões de dois pontos. Além disso, Ware tem boas mãos para passes em rotas curtas, reforçando o pass screen do nosso ataque. Seu maior problema é que nunca passará da condição de “colaborador mediano”.
Da´Rel Scott: calouro no ano passado, teve o azar de chegar à Liga logo depois do lockout que ameaçou/atrasou a realização da temporada. Ainda assim, fez uma boa preseason, quando anotou dois touchdowns de pura velocidade: o primeiro, contra os Bears, numa arrancada de 97 jardas; o segundo contra os Patriots, num fake punt de 65 jardas. Esse, aliás, foi o principal fator que fez com que Jerry Reese o escolhesse no último draft, pois Scott, com seu 1,80m e 91Kg, foi o running back mais rápido do NFL Combine, percorrendo 40 jardas em apenas 4,34 segundos. Entrando no seu segundo ano, será a oportunidade que Da´Rel terá para mostrar que está pronto para permanecer no roster como running back ou como especialista em retornos. Do contrário, dificilmente prosseguirá com os Giants.
Andre Brown: promissora escolha da quarta rodada do draft de 2009, o atleta nunca teve destaque na equipe, por conta de várias contusões. Dispensado do elenco devido a esses problemas físicos, Brown voltou ao time no ano passado, para atuar no practice squad. A comissão técnica gosta do seu estilo de jogo, mas ainda há uma grande interrogação sobre o que realmente pode fazer em partidas oficiais.
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Em suma, essa é a situação do nosso jogo corrido na atualidade. Vários pontos positivos, negativos e também algumas incógnitas. Qual será a nossa melhor postura para o futuro que se aproxima? O futuro dirá.
Chad Jones: Na luta

Fonte da imagem: NY Daily News
Os Giants anunciaram que Chad Jones participará do programa de offseason da equipe, que começará em 16 de abril. Ainda não há qualquer garantia que ele irá para o training camp, mas a notícia é excelente para o atleta, tendo em vista tudo o que aconteceu.
Relembrando a história: Jones veio da LSU e foi draftado por New York há dois anos atrás, assinando com a franquia um contrato de quatro anos. Porém, pouco tempo depois, em 25 de junho, Jones destruiu sua Range Rover ao bater em um poste na cidade de New Orleans, sofrendo fraturas múltiplas e quase tendo que amputar a perna esquerda. O safety também era um talentoso jogador de beisebol, tendo chegado a ser escolhido no draft da Major League Baseball em duas ocasiões: 2007 (como calouro, recusou) e 2010. Porém, acabou optando pela NFL e pelos Giants.
Ainda é uma incógnita se Jones estará em campo na próxima temporada, mas o simples fato de ter tido uma recuperação milagrosa e de estar recebendo todo o apoio emocional e financeiro da franquia, indica que ele já é, sim, um vencedor. Quem acompanhava o atleta nos tempos de universidade, garante que, caso ele se recupere totalmente, os Giants serão recompensados com o melhor safety do elenco em campo, por um preço baixo.
Ano passado, no dia em que completou 23 anos (05 de outubro), Jones foi visto realizando alguns testes físicos de velocidade, percorrendo em 4,84 segundos a distância de 40 jardas. Um ótimo tempo, ainda mais para alguém que, por muito pouco, escapou da morte e da amputação.
Gente nova chegando

Fonte da imagem: Zimbio
Os Giants não estão querendo deixar para preencher o roster da próxima temporada de última hora. Ontem, terça-feira, a franquia assinou com três jogadores. Tá certo que, a princípio, não são grandes contratações e sequer há a certeza se continuarão na equipe quando o próximo campeonato começar mas, pelo menos, Jerry Reese e companhia mostram que não estão nem perto de pensar em férias.
São eles:
Chris White (left guard, center): contratado pelos Packers em 2005, vindo da South Mississipi, transferiu-se no ano seguinte para os Texans, aonde atuou até 2010, quando foi para os Seahawks. Em 2011, esteve no training camp dos Giants, sendo dispensado e não disputou a última temporada da NFL. É possível que o mesmo aconteça neste ano, mas com Kareem McKenzie ainda sendo uma incógnita para renovar, é fundamental reforçar a linha ofensiva.
Craig Marshall (defensive end): ex-companheiro de Jason Pierre-Paul na linha de frente da defesa da South Florida, Marshall poderia ter ido para o draft do ano passado, mas preferiu garantir um emprego na liga paralela UFL, enquanto o lockout ameaçava o acontecimento da principal liga. Uma vez assinado o contrato, o atleta ficou impossibilitado de sair da UFL até meados de outubro de 2011, melando o seu sonho de participar da NFL em 2011. Vem como reforço para o “cartão de visitas” da franquia, possivelmente recomendado por JPP e já tendo em vista uma possível saída de Osi Umenyiora.
Ryan Purvis (tight end): como não poderia deixar de ser, New York, logo de cara, foi para o mercado em busca de um TE, já que Travis Beckum e Jake Ballard (vocês vão enjoar de ler isso no GiantsBrasil nos próximos meses) são dúvidas para 2012. Purvis (foto) saiu da Boston College, Universidade com a qual tanto o Big Blue quanto Tom Coughlin têm fortes laços, em 2009, sendo contratado pelos Buccaneers, aonde nunca se destacou. Sua esperança é ter a chance de mostrar serviço em um elenco carente na posição, que tem um playbook totalmente diferente do que o utilizado em Tampa Bay.
Jacobs quer continuar em NY

Fonte da imagem: The Star-Ledger
Brandon Jacobs quer se aposentar pelos Giants e está aberto à idéia de reestruturar o seu acordo com a franquia, para um segundo ano consecutivo, desde que ele seja “justo“.
Os Giants terão que tomar uma decisão no próximo mês, já que Jacobs terá direito a um bônus de $ 500.000 e está programado para ganhar US $ 4,4 milhões no último ano contratual. No verão passado, Jacobs reestruturou seu contrato para ajudar a equipe a reassinar com o seu companheiro de posição e melhor amigo, Ahmad Bradshaw, um acordo de quatro anos no valor de $ 18 milhões.
“Contanto que seja justo“, disse Jacobs, sobre a futura negociação. “Eu só quero que tudo seja justo. Sinto como se eu tivesse colaborado com um monte de trabalho duro e dedicação no que faço, no meu plano de tentar me manter por aqui e espero que possamos fazê-lo discutindo as coisas com clareza, porque aqui é onde eu quero estar“.
Jacobs, que completará 30 anos em julho, disse que os Giants não lhe deram qualquer indicação quanto ao que virá, depois que venceram o Super Bowl, cerca de dez dias atrás.
“Eu gostaria que as coisas pudessem ir bem para que eu possa continuar a ser um Giant. Comecei com os Giants e gostaria de acabar com eles. Como organização, eles têm feito este trabalho durante anos e eles sabem o que fazer se quiserem me manter ao redor e, bem da verdade, eu quero estar por perto. Eu quero me aposentar como um Giant. Esses caras estão no negócio há tempo suficiente para saber o que eles têm de fazer para que isso aconteça“.
Mas ele também declarou que, se as coisas não funcionarem com os Giants, ele não se importaria de ficar na vizinhança e, eventualmente, juntar-se aos Jets. O running back também disse que não se teria problemas em conviver com Rex Ryan, mesmo após os dois terem se envolvido em um ríspido bate-boca no fim do ano passado.
“Eu não levaria isso em consideração. Gosto da maneira como Rex lida seu trabalho. Eu não guardo rancor. Aquilo era uma situação. Éramos rivais na ocasião. Não há necessidade de desculpas“.
Ele, no entanto, deixa claro que quer permanecer com os Giants.
“Seja qual for a ideia deles, eu só quero escutar e ver esse show continuar”, disse Jacobs. “É uma espécie de guerra de nervos, ficar sentado aqui e esperar para saber o que vai acontecer. Eu tenho filhos, seria difícil ter que pegá-los e mudar para outro local. Eu quero terminar como um Giant e meus filhos assim poderiam acabar frequentando a escola aonde eles estão indo. Minha esposa adora isso aqui. Eu quero terminar aqui. Eu não sei quais são os planos deles; sei que é um negócio em primeiro lugar. Só estou à espera de ouvir o que vai acontecer“.
Jacobs correu para 571 jardas – seu menor índice desde a sua segunda temporada (2006) na NFL - e sete touchdowns no campeonato passado. Mas ele também quebrou o recorde da franquia em TDs terrestres – que pertencia ao pouco querido Tiki Barber - e ainda foi peça importante em momentos decisivos, quando colocou a equipe em primeiro lugar, muito antes de se preocupar com a integridade do seu corpo.
Jacobs perdeu dois jogos devido a uma lesão no joelho, entretanto, sente-se novo em folha e disse que irá para as férias sem necessitar de qualquer tipo de cirurgia. ”Eu não preciso de nenhum trabalho específico na offseason. Eu me sinto como um bebê recém-nascido. Os preparadores e treinadores fizeram um grande trabalho ao cuidar dos jogadores. Sinto-me ótimo agora“, encerrou.
Como é? Shockey?

Fonte da imagem: Bleacher Report
No último final de semana, uma série de boatos com especulações ligadas à NFL tomou conta do Twitter nos Estados Unidos. Um dos mais intrigantes, sugeria que os Giants poderiam trazer de volta o veterano tight end Jeremy Shockey, antigo ídolo da equipe, mas que saiu de New York pela porta dos fundos, após inúmeras discussões com o grupo, treinadores e diretoria.
Relembrando um pouco a história: Shockey veio da University of Miami, sendo draftado na primeira rodada de 2002 pelos Giants, aonde venceu a primeira edição do “Diet Pepsi NFL Rookie of The Year“ e recebeu uma convocação para o Pro Bowl, logo no seu ano de estreia. O jogador era destaque no ataque do time, com grande habilidade tanto para receber passes, quanto para fazer os bloqueios, devido à sua condição física invejável. Porém, uma outra especialidade veio à tona, que era a sua capacidade única de falar besteiras. Sobrava para todo mundo do elenco e até para a comissão técnica. Depois de disputar quatro Pro Bowls em cinco temporadas, veio 2007, ano em que Shockey sofreu uma fratura na perna num jogo contra os Redskins, aparentando que a conturbada campanha de NY terminaria ali. Mas não foi o que aconteceu: o grupo se uniu e conseguiu uma arrancada sensacional, que foi terminar com a conquista do improvável Super Bowl XLII. Naquela noite, ao invés de ficar com o grupo na sideline, o tight end era filmado em um camarote, bebendo várias cervejas. Ao final da conquista, um choque (sem trocadilhos): a diretoria dos Giants havia se recusado a entregar um anel comemorativo do Super Bowl para Shockey. Coincidência?
Mesmo tendo assinado um contrato milionário de cinco anos em 2006, que teria se encerrado só no final da temporada que acabamos de conquistar e que faria de Shockey o tight end mais bem pago de toda a NFL, o atleta foi dispensado de New York ainda na preseason de 2008, transferindo-se para os Saints. Naquela primeira temporada em New Orleans, ele perdeu boa parte do campeonato, devido a uma hérnia. Veio 2009 e Shockey finalmente voltou aos bons tempos, encerrando uma campanha de sucesso com uma recepção para touchdown, na disputa do Super Bowl contra os Colts, vencida pelo seu time. No ano seguinte, voltou a ter problemas e foi dispensado pelos Saints ao final da temporada, já que eles estavam trazendo um novo tight end para a equipe, o brilhante calouro Jimmy Graham. No início de 2011, assinou um acordo de um ano com o Carolina Panthers, aonde não foi mal, mas também passou longe da glória de outros tempos.
Agora, o jogador volta a ser especulado pela imprensa com um pouco provável retorno para os Giants, que contam apenas com um tight end no elenco (Bear Pascoe), após terem visto Jake Ballard (titular da posição) e Travis Beckum romperem ligamentos do joelho na última partida do campeonato, na qual vencemos os Patriots. É muito provável que ambos comecem a temporada 2012 na lista dos fisicamente incapazes de atuar (PUP) e que a diretoria tenha que ir ao mercado. E daí surgiu o nome de Shockey, antigo ídolo da torcida, na época de “jejum” de Super Bowls.
Vale lembrar que alguns de seus companheiros deram a ele o apelido de “Jere ME-FIRST Shockey” para justificar sua saída do elenco. Também é notório que ele e Eli Manning tiveram suas diferenças no passado. Mas também é importante salientar que Shockey era uma estrela mimada e que falava muito; ao passo em que Eli era um jovem criticado, que tinha que provar tudo para todo o mundo. Hoje, contudo, não só o tight end vem tendo uma postura muito mais madura e ponderada, talvez reflexo da idade, como o quarterback não tem que mostrar mais nada para ninguém, depois de ter liderado os Giants a dois Super Bowls, com destaque para o que aconteceu alguns dias atrás, quando coroou a melhor temporada que um QB já teve na história da equipe e ainda se afirmando como um jogador da elite da Liga.
Agora, é esperar para ver o que tem de verdade e o que tem de mentira nisso tudo. Fato é que, aconteça o que acontecer, esses boatos de offseason são das coisas mais divertidas que existem no esporte, capazes de manter a atenção de todos, mesmo sabendo que ainda falta mais de meio ano para que a próxima temporada tenha início.
Manningham e Cruz no Grammy

Fonte da imagem: CBS
Mario Manningham e Victor Cruz tiveram uma noite de popstars no domingo, celebrando uma semana exata da conquista do Super Bowl em que foram decisivos: coube aos dois apresentar o prêmio por melhor música de rock no evento.
Mas o ponto alto, como não poderia deixar de ser, foi a “palhinha” de endzone salsa que Cruz demonstrou ao público presente e também aos milhões que assistiam a festa ao redor do mundo.
De fato, os Giants estão mais populares do que nunca.
Campanha do Campeão
(Estatísticas do Sid Marcus – Parte 45)
Preseason
Jogo 1 – 13/Ago/2011 -
NEW YORK GIANTS 10 X 20 at Carolina Panthers (Preseason 0–1)
Jogo 2 – 22/Ago/2011 -
Chicago Bears 13 x 41 at NEW YORK GIANTS (Preseason 1–1)
Jogo 3 – 29/Ago/2011 -
New York Jets 17 x 03 at NEW YORK GIANTS (Preseason 1–2)
Jogo 4 – 1º/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 18 X 17 at New England Patriots (Preseason 2–2)
Regular Season
Semana 01 – 11/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 14 X 28 at Washington Redskins (Lost / Season 0–1)
Semana 02 – 19/Set/2011 -
Saint Louis Rams 16 x 28 at NEW YORK GIANTS (Win / Season 1–1)
Semana 03 – 25/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 29 X 16 at Philadelphia Eagles (Win / Season 2–1)
Semana 04 – 02/Out/2011 -
NEW YORK GIANTS 31 X 27 at Arizona Cardinals (Win / Season 3–1)
Semana 05 – 09/Out/2011 -
Seattle Seahawks 36 x 25 at NEW YORK GIANTS (Lost / Season 3–2)
Semana 06 – 16/Out/2011 -
Buffalo Bills 24 X 27 at NEW YORK GIANTS (Win / Season 4–2)
Semana 07 – 23/Out/2011 – BYE WEEK
Semana 08 – 30/Out/2011 -
Miami Dolphins 17 X 20 at NEW YORK GIANTS (Win / Season 5–2)
Semana 09 – 06/Nov/2011 -
NEW YORK GIANTS 24 X 20 at New England Patriots (Win / Season 6–2)
Semana 10 – 13/Nov/2011 -
NEW YORK GIANTS 20 X 27 at San Francisco 49ers (Lost / Season 6–3)
Semana 11 – 20/Nov/2011 -
Philadelphia Eagles 17 X 10 at NEW YORK GIANTS (Lost / Season 6–4)
Semana 12 – 28/Nov/2011 -
NEW YORK GIANTS 20 X 27 at New Orleans Saints (Lost / Season 6–5)
Semana 13 – 04/Dez/2011 -
Green Bay Packers 38 X 35 at NEW YORK GIANTS (Lost / Season 6–6)
Semana 14 – 11/Dez/2011 -
NEW YORK GIANTS 27 X 20 at Dallas Cowboys (Win / Season 7–6)
Semana 15 – 18/Dez/2011 -
Washington Redskins 23 X 10 at NEW YORK GIANTS (Lost / Season 7–7)
Semana 16 – 24/Dez/2011 -
NEW YORK GIANTS 29 X 14 at New York Jets (Win / Season 8–7)
Semana 17 – 1º/Jan/2012 -
Dallas Cowboys 14 X 31 at NEW YORK GIANTS (Win / Season 9–7)
Post Season / Playoffs
Wild Card – 08/Jan/2012 -
Atlanta Falcons 02 x 24 at NEW YORK GIANTS (Vitória GIANTS)
Divisional – 15/Jan/2012 -
NEW YORK GIANTS 37 x 20 at Green Bay Packers (Vitória GIANTS)
NFC Championship – 22/Jan/2012 -
NEW YORK GIANTS 20 x 17 at San Francisco 49ers (OT) (Vitória GIANTS)
Super Bowl XLVI – 05/Fev/2012 -
NEW YORK GIANTS 21 x 17 at New England Patriots (Vitória GIANTS)
NEW YORK GIANTS – Campeões do SUPER BOWL XXI – XXV- XLII – XLVI
Resultados dos GIANTS contra os rivais de Divisão (NFC East Division):
Semana 01 – 11/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 14 X 28 at Washington Redskins (Lost / Div 0–1)
Semana 03 – 25/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 29 X 16 at Philadelphia Eagles (Win / Div 1–1)
Semana 11 – 20/Nov/2011 -
Philadelphia Eagles 17 X 10 at NEW YORK GIANTS (Lost / Div 1–2)
Semana 14 – 11/Dez/2011 -
NEW YORK GIANTS 27 X 20 at Dallas Cowboys (Win / Div 2–2)
Semana 15 – 18/Dez/2011 -
Washington Redskins 23 X 10 at NEW YORK GIANTS (Lost / Div 2–3)
Semana 17 – 1º/Jan/2012 -
Dallas Cowboys 14 X 31 at NEW YORK GIANTS (Win / Div 3–3)
NFC East Division 2011
1º – NEW YORK GIANTS (9-7)
(2011 NFC East Division Champions – qualified to the Playoffs)
2º – Philadelphia Eagles (8-8)
3º – Dallas Cowboys (8-8)
4º – Washington Redskins (5-11)
Home (Em casa – mandante)
Semana 02 – 19/Set/2011 -
Saint Louis Rams 16 x 28 at NEW YORK GIANTS (Win / Home 1–0)
Semana 05 – 09/Out/2011 -
Seattle Seahawks 36 x 25 at NEW YORK GIANTS (Lost / Home 1–1)
Semana 06 – 16/Out/2011 -
Buffalo Bills 24 X 27 at NEW YORK GIANTS (Win / Home 2–1)
Semana 08 – 30/Out/2011 -
Miami Dolphins 17 X 20 at NEW YORK GIANTS (Win / Home 3–1)
Semana 11 – 20/Nov/2011 -
Philadelphia Eagles 17 X 10 at NEW YORK GIANTS (Lost / Home 3–2)
Semana 13 – 04/Dez/2011 -
Green Bay Packers 38 X 35 at NEW YORK GIANTS (Lost / Home 3–3)
Semana 15 – 18/Dez/2011 -
Washington Redskins 23 X 10 at NEW YORK GIANTS (Lost / Home 3–4)
Semana 17 – 1º/Jan/2012 -
Dallas Cowboys 14 X 31 at NEW YORK GIANTS (Win / Home 4–4)
Wild Card – 08/Jan/2012 -
Atlanta Falcons 02 x 24 at NEW YORK GIANTS (Win / Home 5–4)
9 Jogos em casa, 5 vitórias e 4 derrotas
Away (fora – visitante)
Semana 01 – 11/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 14 X 28 at Washington Redskins (Lost / Away 0–1)
Semana 03 – 25/Set/2011 -
NEW YORK GIANTS 29 X 16 at Philadelphia Eagles (Win / Away 1–1)
Semana 04 – 02/Out/2011 -
NEW YORK GIANTS 31 X 27 at Arizona Cardinals (Win / Away 2–1)
Semana 09 – 06/Nov/2011 -
NEW YORK GIANTS 24 X 20 at New England Patriots (Win / Away 3–1)
Semana 10 – 13/Nov/2011 -
NEW YORK GIANTS 20 X 27 at San Francisco 49ers (Lost / Away 3–2)
Semana 12 – 28/Nov/2011 -
NEW YORK GIANTS 20 X 27 at New Orleans Saints (Lost / Away 3–3)
Semana 14 – 11/Dez/2011 -
NEW YORK GIANTS 27 X 20 at Dallas Cowboys (Win / Away 4–3)
Semana 16 – 24/Dez/2011 -
NEW YORK GIANTS 29 X 14 at New York Jets (Win / Away 5–3)
Divisional – 15/Jan/2012 -
NEW YORK GIANTS 37 x 20 at Green Bay Packers ((Win / Away 6–3)
NFC Championship – 22/Jan/2012 -
NEW YORK GIANTS 20 x 17 at San Francisco 49ers (OT) ((Win / Away 7–3)
10 Jogos em casa, 7 vitórias e 3 derrotas
Campo Neutro – Lucas Oil Stadium – Indianapolis,IN
Super Bowl XLVI – 05/Fev/2012 -
NEW YORK GIANTS 21 x 17 at New England Patriots (Vitória GIANTS)
NY Giants All In – Super Bowl Edition
Treinador de Manning deixa os Giants

Fonte da imagem: NY Daily News
Mike Sullivan ajudou Eli Manning a se tornar um quarterback de elite e, como resultado, poderá ganhar um emprego maior.
Sullivan, que passou os últimos dois anos como treinador dos QBs, foi contratado para ser o novo coordenador ofensivo dos Buccaneers. Ele havia se reunido com o novo coordenador técnico da equipe, Greg Schiano, acertando o contrato no mesmo dia.
“Temos muita sorte em adicionar alguém como Mike Sullivan para liderar a nossa comissão técnica do ataque“, declarou Schiano, ex-treinador de Rutgers, na NCAA. “Ele é um homem de caráter a um técnico de football completo, que se encaixa no estilo de jogo que estamos tentando construir aqui“.
Sullivan substituiu Chris Palmer como treinador dos quarterbacks em 2010, depois de passar os seis anos anteriores treinando os receivers dos Giants. Ele havia deixado de aceitar oportunidades de entrevistas de emprego no passado, incluindo no Exército, quando surgiu uma chance em 2009.
Com Sullivan ao seu lado, Manning teve a melhor temporada nos seus oito anos de carreira em 2011. Ele completou 61% (359 de 589) dos passes, para um recorde na franquia de 4.933 jardas, 28 touchdowns e apenas 16 interceptações (bem abaixo das 25 que teve no ano anterior).
Os Giants não eram obrigados a deixar Sullivan fazer a entrevista para esse emprego, de acordo com as regras da NFL. De fato, Tom Coughlin havia evitado que alguns de seus assistentes fossem entrevistados para cargos de coordenadores no passado, incluindo o atual treinador dos cornerbacks, Peter Giunta e Palmer, que acabou se aposentando ao final da temporada de 2009, ressurgindo na UFL e eventualmente como coordenador ofensivo no Tennessee.
Pelo menos um outro assistente dos Giants poderá sair, também: Jack Bicknell foi agendado para ser entrevistado para o cargo vago de treinador da linha ofensiva dos Chiefs, no começo da semana que inicia.
















