DRAFT 2017 New York Giants

Draft 2017 – Jogadores de Ataque – Running Backs

Photo by Tom Reel and San Antonio Express News

Vamos falar de running backs, guardem esses nomes porque é uma posição que o NY Giants podem ir atrás no draft, principalmente, agora depois da dispensa do RB Rashad Jennings.

  • 01. Leonard Fournette, LSU, 1,85 m e 107 kg – Projeção: TOP 10 ALL PICK:
Photo by AP Photo/Jonathan Bachman

Iniciou a carreira no college pela LCU em 2014 e já chegou deixando uma média de 5.5 jardas por carregada. Por isso, logo as comparações com RB Adrian Peterson começaram visto que o jogador chegou a marca de 1.000 jardas e 10 touchdowns ainda como calouro. Já em 2015, no ano seguinte, o que era bom ficou melhor ainda, a LSU viu potencial no RB e, corretamente, alterou o playbook em cima das capacidades de Fournette e extraindo o melhor. O resultado não poderia ser diferente, uma média de 6.5 jardas por carregada com 1.953 jardas e 22 touchdowns.

Diante dessa evolução, em 2016, em sua melhor forma física era esperado ser o melhor ano do jogador, porém, devido a uma lesão no tornozelo, ele perdeu alguns jogos e não pode estar 100% em campo durante toda a temporada regular no college. Nasceu a partir daqui a maior dúvida dos olheiros de toda liga, a saúde do jogador mas as incertezas quanto a durabilidade do jogador que em 2016 ganharam força porque os números do jogador cairam para 843 jardas e 8 touchdowns. Vale ressaltar que a credibilidade do jogador só não caiu mais porque a média de carregadas dele não caiu, continuou 6.5 jardas por corrida e ninguém tem dúvida que ele será top 5 do draft (mas pelas necessidades de cada time talvez o jogador cai para o top 10).

Quanto as qualidades, o jogador costuma evitar os contatos e tirar maior proveito com as pernas da jogada, porém, não se enganem, isso não o torna menos quebrador de tackles mas o torna ainda mais “liso” de marcação deixando adversários sempre atrás e utilizando de técnicas como cortes rápidos, giros e braço de ferro. Além disso, sua mecânica de corrida depois que inicia o movimento é extremamente difícil de ser alcançada. Fournette é um jogador versátil e um excelente bloqueador. Possui boas mãos para receber passes. Por fim, é importante destacar que a tendência do jogador é subir cada vez mais porque ele não participou do Citrus Bowl em 2016, devido a lesão, para chegar no combine 100% saudável, por isso, possivelmente, ele mostrará boas exibições no combine garantindo o primeiro lugar aqui.

Quanto aos defeitos, apesar de ter excelentes mãos, o jogador não utilizou muito das jogadas por passe, possivelmente culpa disso é por causa do playbook da LSU e não do jogador. Outro dos problemas é com as corridas em lateral, o movimento dos pés dificulta as movimentações individuais do jogador, por isso, é possível observar uma certa dificuldade do jogador em correr na diagonal ou sozinho pela lateral, talvez, seja esse um efeito da lesão no tornozelo, mas é inegável a dificuldade nas passagens laterais (saindo do centro do campo em direção as bandeiras que ficam na lateral do campo) precisa melhorar seu trabalho nos pés.

Por fim, existe uma disputa imensa entre os especialistas sobre quem é o melhor entre ele e o RB Dalvin Cook, apesar deles se diferenciarem em técnicas para ganhar jardas, eu coloquei o Fournette primeiro porque considero ele tecnicamente mais preparado para a NFL mas qualquer um dos dois são bons, eu, pessoalmente, acredito que Fournette terá mais chance de crescer e valorizar sua escolha de draft quando se apresentar no combine.

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  • 02. Dalvin Cook, Florida State, 1,83 m e 97 kg – Projeção: Top 20 pick:
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Cook iniciou no backfield do time em 2014 como reserva dividindo algumas carregadas com RB Karlos Williams (ex Buffalo Bills e agora no Pittsburgh Steelers) e mesmo assim conseguindo bons números com média de 5.9 jardas por carregada para 1.008 jardas e 8 touchdowns. Posteriormente, em 2015, o jogador começou a ganhar atenção dos jornalistas e torcedores após Florida State perder Jameis Winston no draft, aqui foi o grande marco inicial na carreira do jogador porque se tornou a referência do time e líder fora e dentro do campo conseguindo a incrível marca de 1.691 jardas e 19 touchdowns com uma média de 7.4 jardas por carregada. Diferente de Fournette, as mãos nunca foram um problema para Cook que colecionou 24 recepções para 244 jardas.

Já em 2016, se Fournette era comparado a RB Adrian Peteron, ele também ganhou uma comparação, Cook era lembrado pela torcida com o RB Marshall Faulk por causa de velocidade e do atleticismo incrível em combinar tackles com ganhos de jardas, por isso, Cook, para não deixar barato o apelido recebido, conseguiu ganhar prêmios importantes tais como Jim Brown Award (prémio nomeado ao melhor RB da NCAA) e também ganhou posição no First-team ALL-ACC e First-team All-American. Já em 2016, o jogador correu para 1.765 jardas com 19 touchdowns (uma média de 6.0 jardas por carregada), como também teve 33 recepções para 488 jardas culminando indicação para a posição no First-team ALL-ACC e First-team All-American, novamente, e ganhou o MVP no Orange Bowl de 2016, após Florida State vencer o Michigan por 33 vs 32.

Os números caíram de um ano para o outro, todos perceberam, porém, nesse ano de 2016, Cook desenvolveu sua habilidade de olhar o jogo como todo, quem ver um jogo dele em 2015 perceberá um touro indo em direção ao contato para ganhar jardas, agora, se você olhar um jogo dele em 2016 também verá um touro mas um um monstro que busca a melhor forma de passar pelos defensores, as técnicas de stif arm (braço de ferro), giros, esgrimas com os braços e carregadas melhoraram muito, porém, apresentaram também um problema, o número de fumbles do jogador cresceu em 2016 pelo fato da bola ficar mais solta em sãos mãos.

Quanto as qualidades, assim como RB Faulk, a velocidade inimaginável para um daquele porte físico chega a ser quase impossível de pensar que alguém tenha tamanha versatilidade para fazer qualquer rota pedida pelos treinadores. Assim como nas rotas para passe, o jogador esbanja técnica. Diferente de Fournette (que engrena na velocidade e parece um velocista), Cook conta com uma explosão avassaladora.

Do outro lado da moeda, em campo, o jogador tem problemas para bloquear, certamente, ele precisará melhorar nisso com o passar do tempo. Outra falha é a quantidade dos fumbles mas certamente isso é um dos pontos que o jogador irá mais treinar até o combine porque será o ponto mais cobrado pelos especialistas. Já, extra-campo, os problemas que fatalmente podem vir a prejudicar o jogador mais perto do draft porque o jogador possui inúmeros relatos que de envolvido com gangues e problemas com bebida.

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  • 03. Christian McCaffrey, Stanford, 1,83 m e 91 kg – Projeção: Top 25 pick ALL:
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Na temporada de calouro em 2014, o jogador não foi utilizado como devia e Stanford não passava por boas atuações, nada comparado ao ano seguinte.  O jogador em 2015 cumulou 6.0 jardas por carregada para 2.019 jardas e 8 touchdowns, bem como teve 45 recepções para 645 jardas e 5 touchdowns. Vale lembrar que nesse mesmo ano ele foi um dos indicados para o troféu Heisman e não venceu, porém, foi um dos jogadores mais comentados pelos especialistas que deveria ter ganho, uma vez que Stanford não goza de ótimos jogadores nesses últimos anos e naquele ano McCaffrey sobrou liderando a equipe, porém, se não ganhou o Heisman, o jogador ganhou o prêmio de melhor jogador ofensivo do ano na lig a PAC – 12, consensus All-American, Melhor Jogador do ano pela Associação Press e faturou os prêmios: (i) Chic Harley Award (melhor jogador do ano pelo college), (ii) Paul Hornung Award (jogador mais versátil de todas as ligas da NCAA) e Jet Award (melhor especialista em retorno). Já em 2016, a média do jogador ficou com 6.3 jardas por carregada para 1.603 jardas e 13 touchdowns, bem como conseguiu 37 recepções resultando em 310 jardas e 3 touchdowns.

Uma das maiores apostas do draft, quando eu digo aposta não em respeito de arriscar e sim de quase todos especialistas acreditarem que o jogador dará certo na NFL. Isso o torna uma “arma” que todas as franquias gostariam de contar no elenco. Isso porque o jogador possui uma técnica refinada que lhe permite ter uma visão incrível do campo cumulado com uma agilidade/versatilidade para escapar de qualquer tackle ou buscar o melhor caminho possível que existir naquele instante. Além disso, o jogador tem excelentes mãos para o jogo de passes e também conta com uma refinada técnica para cumprir rotas em qualquer situação de campo (seja primeira, segunda ou terceiras decidas). Ele também possui mãos grandes e cuida bastante da bola (concedeu apenas três fumbles em 2016, número baixo no college), sem contar que o jogador é um excelente retornador para qualquer time de especialistas na NFL. Se eu fosse destacar uma qualidade do jogador seria a habilidade de fazer cortes sem diminuir sua velocidade, apesar de não ser o mais rápido do draft, isso facilitou muito a vida dele no college.

Quanto as fraquezas, ele precisa fortalecer o corpo dele para melhorar no que tange ter físico para aguentar as pancadas quanto ao ganho de jardas após o contato, principalmente, em situações de corridas. Não é tão bom nos bloqueios devido ao fato de estar sempre correndo com a bola mas de fato acredita-se que seja um problema perfeitamente solucionável para o jogador devido ao conhecimento tático e técnico do jogador. Outro ponto importante, é que apesar do jogador ter inúmeras habilidades em todos os aspectos e jogadas, os olheiros de toda nação é  ficam com receio de que o jogador seja razoável em fazer tudo mas não consiga ser o melhor em nada.

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  • 04. D’Onta Foreman, Texas, 1,83 m e 108 kg – Projeção: 2º ou 3º round:
Photo by Tom Reel and San Antonio Express News

Foreman iniciou no college em 2014, porém, perdeu quase toda a temporada devido a lesões. Já em 2015, perdeu apenas dois jogos e dividiu o backfield, porém, conseguiu chegar a média de 7.2 jardas por carregada para 681 jardas e 5 touchdowns. Posteriormente, em 2016, assumiu o backfield do time e aumentou sua produção para a melhor entre os RB’s de toda liga, foram 6.3 jardas por corrida para 2.028 jardas e 15 touchdowns. Esse cara foi nascido para correr e atropelar todos os adversários que estiverem no seu caminho.

Seu repertório de jogadas é formado com excelentes cortes (sem ficar mais lento) e não tem qualquer limitação quanto ao contato, sendo excelente no ganho após. Sua visão de campo entre os jogadores de linha (linha ofensiva) é excelente, visto que seu time não possui uma linha ofensivo tão boa para fazer bloqueios pelas laterais (lembrando de algum time da NFL assim? Hahahah) é algo excelente de se esperar dele. Possui um excelente poder de aceleração culminando com uma velocidade média capaz de deixar qualquer defesa preocupada.

Quanto aos pontos negativos, ele não tem boas mãos, por isso, em situações de passe o jogador pode ter problemas graves se não melhorar, literalmente, ele não tem técnica. Além disso, falta tática a ele de posicionamento para receber em rotas. Ele também deixa a desejar quando a visão do campo por inteiro (principalmente, pelas laterais) porque boa parte do playbook de Texas se diz com jogadas pelo meio da linha, o normal dele em ser bom através da linha ofensiva, prejudica as corridas pelas laterais.

De todos os RB’s do draft de 2017, esse ao meu ver seria o melhor jogador para o Giants no momento. Ele lembra bem o RB Brandon Jacobs tanto na explosão quando na velocidade, bem como nos “atropelamentos” dos jogadores de defesa. O jogador é um autêntico corredor nato que usa aquilo que tem de espaço entre a linha ofensiva (seja boa ou ruim) ele irá forçar sua passagem por lá e conseguir as jardas necessárias. Além disso, o problema de passes com ele não seria de maior prejuízo para o Giants porque contamos no elenco com RB Shane Vereen e RB Paul Perkins. Por fim, vale ressaltar que o jogador está tendo uma boa queda no draft devido a esse problema com passe permitirá que o Giants use uma escolha de terceiro ou até quarto round.

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  • 05. Joe Mixon, Oklahoma, 1,85 m e 103 kg – Projeção: 2º ou 3º round:
Photo by AP Imagens

Em 2015, o jogador apareceu e ganhou espaço mostrando o atleticismo necessário para ser um corredor nado que resultaram na média de 6.7 jardas por carregada para 753 jardas e 7 touchdowns, bem como mostrou alguma habilidade com as mãos de 28 recepções para 356 jardas com 4 touchdowns marcados. Já em 2016, conseguiu os melhores números até então da carreira, com uma média de 6.8 jardas por carregada para 1.247 jardas e 10 touchdowns. Também melhorou os números do jogo com as mãos, foram 37 receptações para 538 jardas e 5 touchdowns.

Joe Mixon é um MONSTRO, não se enganem pela posição colocado aqui para ele (os motivos irei explicar mais a frente). Ele tem o tamanho certo, físico bom, uma velocidade perfeita e uma explosão digna dos melhores RB’s da NFL que o torna um perigo para qualquer defesa devido ao vasto repertório de técnicas e jogadas dele tais como braço de ferro (stiff arm), cortes laterais sem perder a velocidade, uma paciência para achar o melhor caminho e evita o tackle para usufruir do ganho de jardas. Ele também possui uma excelente visão do campo e boas mãos que garantiram um olhar técnico apurado para quaisquer jogadas que venha a exigir posicionamento dele. Isso sem contar sua habilidade de retornador, está entre os melhores em 2016. Ele também possui boas mãos para receber passes e fazer bloqueios.

Mas nem tudo são rosas por aqui, o queo jogador tem de bom em campo não possui do lado de fora do campo, o jogador não aparece no primeiro round e pode cair um pouco mais ainda porque o jogador perdeu uma temporada inteira em 2014 quando foi suspenso por um ano pelo treinador de Oklahoma quando vazou um vídeo do jogador socando uma mulher (Amelia Molitor). A história é basicamente que Mixon e Molitor tinham uma espécie de relacionamento, porém, Molitor era amiga de um homem, cujo era alvo de Mixon com piadas homofóbicas, mais tarde em uma lanchonete, Molitor e o amigo estavam em uma lanchonete quando Mixon chegou e trocou algumas ofensas com Molitor. Posteriormente, Molitor o agrediu o jogador com um tapa e, imediatamente, Mixon proferiu um soco na face de Molitor que ficou com as seguintes sequelas: mandíbula quebrada, olho roxo e ossos da bochecha lesionados (para ver o vídeo da briga, clique aqui).

Mixon foi acusado e condenando a cumprir 100 horas de serviços comunitários. Também foi suspenso do programa durante um ano. Posteriormente, depois dessa confusão toda, o jogador pediu desculpas publicamente para Molitor, seus amigos, companheiros de time e sua família. Fato esse que repercutiu bem para o jogador que demonstrou ter aprendido sua lição e mostrou um lado mais maduro. Vale ressaltar que na época do acidente ele tinha acabado de completar 18 anos, o que repercutiu como uma espécie de “malandragem” do jogador, esse foi um dos principais motivos do jogador ter continuado no programa da faculdade. Todavia, agressão a mulher é um tema que está sendo punido agressivamente pela NFL, por isso, a maioria dos olheiros das franquias tem desclassificado tanto o jogador.

Agora, tecnicamente, é importante destacar que o jogador tem poucas coisas a melhorar, uma delas é como guarda a bola para correr, tem uma certa dificuldade em guardar ela porque quando pratica suas corridas tem uma espécie de “mania” para mostrar a bola ao adversário. Isso no College pode ter passado barato mas não na NFL, aqui os defensores são mais rápidos e mais fortes, logo, irão usar essa fraqueza. Outro ponto é no que tange o físico do jogador, por ser muito novo, completará 20 anos em junho de 2017, ele não está no físico máximo podendo melhorar ou piorar no decorrer da temporada caso não tenha o acompanhamento completo.

Esse é meu RB predileto depois de D’Onta Foreman, o Giants pode tirar muito bom proveito dele. Eu fico despreocupado quanto aos problemas extras campos porque caso fossem comum, fatalmente, já teriam relatos ou existiram outros casos relacionando o jogador de acidentes anteriores, porém, não houve nenhum, por isso, posso supor que seja um caso isolado. Além do mais, os companheiros de time dele e o próprio treinador rasgaram elogios durante todo o ano ao mesmo. Dessa maneira, esperto será quem tirar proveito dessa “desvalorização” extra campo do jogador na hora de escolher o mesmo, sem contar que mesmo não seja titular imediatamente o jogador poderá treinar durante algum tempo e evoluir ainda mais, visto ser bem novo (caso semelhante ao do Eli Apple).

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Vale lembrar desses nomes também:

  • Alvin Kamara, Tennessee, 1,78 m e 98 kg – Projeção: 3º Round:
Photo by Mike Carlson and Getty Images

Kamara iniciou o programado de football pela Universidade de Alabama em 2014, porém, devido a falta de oportunidades pediu transferência e foi jogar no Hutchinson Community College no Kansas onde colecionou 1.211 jardas para 18 touchdowns, números bons apesar de ser uma faculdade com uma liga de nível baixa chamou a atenção da Univerdade de Tennessee, cujo com qual assinou com o jogador e iniciou em no backfield em 2015, porém, dividiu as carregadas com o RB Jalen Hurd ficando com média de 6.5 jardas por carregada, 698 jardas corridas e 7 touchdowns, bem como 34 recepções para 291 jardas e 3 touchdowns.

A divisão de bolas permaneceram em 2016, ficando com média 5.8 jardas por carregada com 596 jardas para 9 touchdowns, bem como 40 recepções para 392 jardas e 4 touchdowns. As características de Kamara são muito similares a do Christian McCaffrey, ambos são excelentes recebedores e fazem rotas como ninguém. Ele também é um excelente retornador e também possui a técnica de fazer cortes em velocidade. Porém, diferente de McCaffrey Kamara pode ser utilizado tranquilamente como um recebedor nato, alinhado mesmo como WR na ponta ou slot, ele também faz esse tipo de rota com muita facilidade. Possui uma das melhores técnicas de bloqueio entre os RB do draft. Ele é um “playmaker” nato e possui um poder de explosão (arranque) para fazer jogadas.

Quanto as fraquezas, ele precisa melhorar muito o jogo dele quando corridas em primeiras e segundas decidas no ganho de jardas, principalmente, após o contato. Durante toda carreira do College, ele tinha como pontes fortes as terceiras decidas e situações de bloqueio para passe, por isso, sua técnica como corredor em si, precisa evoluir. Logo, eu considero que esse jogador vá cair bastante no draft caso não mostre nada novo durante o combine e demais entrevistas.

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  • Kareem Hunt, Toledo, 1,8 m e 91 kg – Projeção: 4º Round:
Photo by Andrew Weber and Gerry Imagens

O jogador possui uma versatilidade de corridas e recepções presentes durante toda a carreira, possui excelentes números, tem uma visão estupenda, porém, caiu muito no draft por causa do tamanho não ser o ideal da média de RB na NFL, porém, no Senior Bowl o jogador mostrou que não estava de brincadeira e fez uma partida excelente com corridas cortando a defesa pelo meio com um intenso atletismo, mostrando que o problema de tamanho pode ser contornado. No combine, ele provavelmente vai ter um dos tempos mais rápidos e irá subir umas posições no draft. Terminou 2016 com média de 5.6 jardas por corrida para 1.475 jardas e 10 touchdowns, bem como teve 41 recepções para 403 jardas.

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  • Marlon Mack, South Florida, 1, 83 m e 95 kg – Projeção: 3º ou 4º round:
Photo by ANDY JONES and staff

Esse é o meu RB favorito que se encontra depois dos três primeiros rounds. O jogador tem problemas técnicos de bloqueio, visão, técnica e quando faz cortes a velocidade dele cai um pouco. Porém, o que chama à atenção nele é que durante as três temporadas no college, o jogador fez mais de mil jardas demonstrando extremo físico e consistência nas corridas. Eu sei que a divisão dele não é a mais forte no college mas vendo vídeos do jogador você percebe a explosão do jogador no início de jogada e continuidade da velocidade.

*Para ver vídeos de jogos completos do jogador, clique aqui.

Comenta aí se gostou de um bom nome entre os RB’s. Tem alguma preferência ou faltou um nome na lista? Comenta aí quem. Até a próxima (wide receiver do draft de 2017).

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