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Três Segundos

 Três Segundos

Fonte da imagem: Bleacher Report

Assim que o center adversário faz o snap, Osi Umenyiora começa uma contagem interna de exatos três segundos. Esse é o tempo que ele necessita para passar por um espaço mínimo, ainda mais reduzido pela presença de homens da linha ofensiva com mais de 140 Kg, e chegar até o quarterback. É exatamente aí que o #72 faz a sua mágica. Ao contrário de outros pass rushers, Umenyiora não acha que derrubar o QB é o principal objetivo: ele prefere dar um tapa no braço do cara ou na bola e forçar um turnover. Segundo o defensive end, três segundos é tempo mais do que suficiente para mandar um quarterback para o solo, mas é extremamente difícil para executar apenas o tal tapa.

Em nove temporadas na NFL, este já se tornou o movimento característico de Osi, admirado por seus colegas e temido pelos ataques adversários. “Ele deveria patentear esse negócio“, declarou Mathias Kiwanuka. “É inacreditável“.

Também é o tipo de jogada que pode mudar todo o panorama de um Super Bowl, como o que será disputado no domingo. O “strip sack“, como o próprio Umenyiora chama, poderá ser o terror de Tom Brady, caso o defensor acerte o seu timing. “É uma aposta“, afirmou Osi. “Na maior parte do tempo, o quarterback não segura a bola por mais do que três segundos. Eu faço a minha corrida e fico em qualquer lugar da vizinhança, pronto para jogar a minha mão, assim que esse tempo está acabando“.

Em 2010, quando não sofreu com lesões como nesta temporada, o defensive end liderou a Liga em fumbles forçados (10), justamente usando essa estratégia. Mas não pensem que é algo fácil, que se consegue a todo momento. O jogador precisa estar na plenitude física e mental para realizar um lance desses.

Justin Tuck é um dos que compreendem o impacto que uma jogada como essa pode ter numa partida. “Um monte de defensive ends tem a oportunidade de fazer o mesmo que ele. Só que, a maioria deles, acaba indo para a pancada sobre o quarterback. Eles vão para a porrada ao invés de fazer o ‘strip’, que não deixa de ser também um sack, mas que também pode virar um fumble. Isso é algo do qual o Osi se orgulha e que ajuda muito a defesa, como um todo, mais do que simplesmente atingir o QB“. O capitão da defesa ainda acrescentou que o braço de um quarterback é um local “muito vulnerável“.

Umenyiora está plenamente de acordo. Para ele, o sack nada mais é do que uma jogada à qual dão valor exagerado nas estatísticas, mas que é apenas um tackle que faz o adversário perder mais jardas. Já o strip, tem o potencial de devolver a posse de bola ao ataque dos Giants, destruindo o drive do oponente.

Quando você pode tirar a bola das mãos do quarterback e mudar o panorama de uma partida, dando ao seu ataque chances de anotar pontos, é sinal de que essa jogada pode alterar todo o curso de um jogo. Eu sacrificarei alguns sacks, caso eu tenha a chance de tirar a bola das mãos do QB deles“, afirmou Osi.

Então, não se esqueçam: deem três segundos para Umenyiora.

Tight Ends: Quase Despercebidos

 Tight Ends: Quase Despercebidos

Fonte da imagem: Courant

Não há a menor dúvida de que a posição de tight end está passando por uma revolução na NFL atual. Aliás, já no próximo domingo, dois desses novos expoentes estarão em campo: Rob Gronkowsky (caso se recupere de lesão no tornozelo) e Aaron Hernandez. O problema, é que ambos estarão do mesmo lado, com a camisa dos Patriots. Além deles, nesta temporada os Giants já enfrentaram outros caras que já são estrelas, como Jermichael Finley, Vernon Davis e Jimmy Graham ( o mais novo deles).

E nós? Bem…os Giants não têm um nome de destaque como esses que foram citados. Nossos TEs são da velha escola e discretos, casos de Jake Ballard, Bear Pascoe e Travis Beckum. Mas isso não é o menor problema, segundo o treinador assistente Mike Pope: “Se nós fôssemos para os Jogos Olímpicos para correr os 100m livres, talvez você não visse nenhum dos nossos caras em ação“, declarou Pope, do alto dos seus 29 anos de experiência na função. Seu objetivo e de toda a comissão técnica, nos drafts recentes e no mercado free agent, era claro: buscar tight ends fortes, que pudessem ajudar nos bloqueios.

Kevin  Gilbride, coordenador ofensivo, também elogiou seu grupo, especialmente o titular Ballard. “É surpreendente o quão eficiente ele tem sido no campo de ataque. E ele não tem feito isso com velocidade, posso te dizer. Mas ele tem feito isso com inteligência e garra. Ele é um cara muito esperto, com um grande senso de encontrar as aberturas e tem sido excelente correndo depois de receber a bola. Então, você pode até não olhar para ele e dizer ‘eis aí o seu tight end rápido´, mas ele tem feito várias big plays para nós no ataque“.

De fato, Ballard surpreendeu na primeira metade da temporada, anotando vários touchdowns e avanços importantes. Para uma torcida que arrancou os cabelos quando Kevin Boss saiu da equipe, foi uma grata surpresa. Foi dele, inclusive, o TD que virou o placar para nós quando derrotamos New England, ainda na Semana 9. Recentemente, porém, sofrendo com dores no joelho que chegaram até a tirá-lo de alguns jogos, seu rendimento caiu um pouco.

Eu tive alguns jogos meio devagar, porque o meu joelho ainda incomodava um pouco“, comentou Ballard. “Eu não estava correndo tão rápido quanto poderia e me posicionar aberto para receber era um desafio, porque doía quando dava uns cortes e todas essas coisas. Agora, estamos aqui e o meu joelho está muito melhor do que estava. Então, estou muito empolgado por poder jogar uma partida bem próximo dos meus 100%“.

O General Manager Jerry Reese talvez tenha dado a melhor definição para a forma com que os Giants encaram a posição. “Existem formas diferentes de se esfolar um gato“. Curto, grosso e preciso.

Agora, é aguardar pelo Super Bowl. Há um velho ditado que diz que “a História é escrita pelos vencedores“. Assim, a posição de tight end também terá uma batalha muito importante para a sua história, a ser travada no próximo domingo.

Chase Blackburn: A peça que mudou a nossa Defesa (e a nossa Temporada)

 Chase Blackburn: A peça que mudou a nossa Defesa (e a nossa Temporada)

Fonte da imagem: Getty Images

Algumas semanas atrás, durante um New York Groove que gravamos, nosso parceiro Thiago Perdigão, com a pertinência e conhecimento de sempre, levantou uma questão muito importante: a diferença de comportamento da defesa dos Giants depois que Chase Blackburn chegou à equipe. Quer dizer…depois que voltou ao time, já que o linebacker sempre foi um G-Men, até ser dispensado no início da temporada. Na época, até criamos um post sobre isso, falando da importância que ele poderia ter para o esquadrão azul. Felizmente, tudo acabou bem e poderá ganhar contornos de produção hollywoodiana no próximo domingo, caso o Big Blue derrote os fortes Patriots no Super Bowl.

Está certo que temos nomes de peso no setor defensivo, conhecidos em toda a NFL como atletas de primeiro escalão, casos de Osi Umenyiora, Justin Tuck, Jason Pierre-Paul, Michael Boley, Antrel Rolle, dentre outros. Porém, faltava um ingrediente para que essa receita se tornasse um sucesso e ele responde pelo nome de “Blackburn”. Era sabido que tínhamos problemas no meio da defesa, algo que foi praticamente resolvido depois que Chase atendeu um telefonema antes da Semana 12 começar. Na oportunidade, enfrentávamos o nosso pior momento na temporada, sendo totalmente vulneráveis na retaguarda, permitindo aos adversários avanços fáceis. Depois que Boley e o rookie Mark Herzlich se machucaram, bateu o desespero na comissão técnica, que já estava sendo colocada na marca do pênalti. A solução encontrada foi barata e agradável, ao mesmo tempo, pois nada como trazer para a equipe um rosto familiar como o de Blackburn. Não bastasse a colaboração no setor defensivo, o linebacker também foi fundamental para incrementar a pegada entre os especialistas (dos quais foi capitão, quando da sua primeira passagem).

O que tem chamado a atenção dos jornalistas e torcedores mais atentos, é que o período em que esteve parado parece ter feito bem a Chase. Antes, ofuscado por jogadores da posição como o próprio Boley e o agora aposentado Antonio Pierce, ele não passava de um figurante que era notado apenas em tackles precisos no special teams. Agora, cabe a ele a tarefa de comandar os audibles da defesa, fazendo a leitura do que os quarterbacks adversários estão armando.

Eu acho que foi por isso que eles me trouxeram de volta: eu conhecia a defesa e eles sabiam o que eu poderia acrescentar“, declarou Blackburn. “Eu estava em forma e pronto para a coisa“.

Mas, por muito pouco isso não aconteceu. Depois de ter se preparado fisicamente em Ohio, à espera de um telefonema de alguma outra franquia interessada em seu trabalho (o que não ocorreu), o jogador foi convidado por um ex-professor seu para dar aulas em uma escola. De acordo com esse profissional, Blackburn se tornaria um excepcional professor também, por ter vocação para a coisa. Aliás, o Thiago comentou algo semelhante no podcast, dizendo que ele poderá ser um técnico no futuro, por ter boa visão de jogo e inteligência, mesmo não sendo um cara da elite dentro da Liga. Voltando ao caso, o atleta, desempregado, aceitou o convite. Porém, quando estava prestes a assumir de vez a nova função, os Giants se viram entrando numa fria e apelaram para o velho conhecido,  o qual, estando ainda em forma física, não teve dúvidas em fazer as suas malas novamente, rumo a New York.

O resto da história, todos vimos: inúmeros tackles, uma interceptação fundamental sobre Aaron Rodgers nos playoffs e, o mais importante, o resgate da confiança e autoestima de toda uma defesa.

Foi como se ele nunca tivesse ido embora“, disse Tom Coughlin.

Quando trouxemos Chase, foi algo do tipo ‘Ok, pelo menos temos alguém que conhece a nossa defesa e que poderá se encaixar bem´”, comentou Rolle. “Porém, uma vez que ele chegou, nós sentimos uma grande diferença, apontando que estávamos no sentido certo, o que não passou despercebida. Estamos aqui, agora“.

Sim, isso é evidente pelos números das estatísticas. Antes de Blackburn, NY cedia uma média de 25,2 pontos por jogo. Depois dele, essa média caiu para 20,3, incluindo aí 0s apenas 13,0 dos playoffs.

O treinador Coughlin prosseguiu nos elogios: “Provavelmente, ele é um dos três caras que conseguem dar todo o apoio na beira do campo, para todos os setores. Ele se encaixou muito bem e fez mais do que qualquer um pensa, em vários sentidos. Ele se voluntaria para fazer de tudo. Ele é exatamente esse tipo de cara“.

Sobre o jogo de domingo, o linebacker sabe que deverá ter muito trabalho, especialmente com os tight ends Aaron Hernandez e Rob Gronkowski (caso este se recupere da lesão no tornozelo). “Não podemos deixar eles correrem, porque Tom Brady é muito perigoso quando vai para o play-action“, comentou Blackburn. “Precisamos frear isso o quanto antes e pressionar as tentativas de passes. Sabemos o quão letais eles são nessas jogadas, mas isso também nos dá uma chance de botar pressão sobre o quarterback“.

Nesta altura do campeonato, ele está feliz apenas por estar aqui. “Cliché“? Pode apostar! Mas Chase não se importa com a forma com que você chama isso, muito menos com a maneira como a sua temporada começou. Ele não se preocupa com o que poderia ter sido. Ele apenas está curtindo aquilo que tem sido uma incrível mudança de rumo.

Talvez, se eu estivesse aqui desde o início da temporada, eu tivesse tido uma lesão que teria encerrado a minha carreira. Quem é que sabe? Poderia ter acontecido até mesmo no training camp. É muito louco pensar que estou aqui, jogando mais um Super Bowl“, encerrou a agora unanimidade Blackburn.

Camisa #85 e Super Bowl: Outra vez?

vJwnm Camisa #85 e Super Bowl: Outra vez?

Qualquer envolvido em esporte é supersticioso. Uns mais outro menos… Eli Manning, no filme America’s Game feito por conta do título do New York Giants se define como “littlesticious”, um trocadilho com o “super” da palavra original.

Por mais que se negue, como eu por exemplo, a verdade é que os torcedores também têm seus rituais. Usar a mesma camisa após uma vitória importante, sentar no mesmo lugar do sofá… Enfim, são inúmeras. Das mais diferentes formas.

O Giants, por exemplo, viajou para Indianápolis, local do Super Bowl deste domingo, apenas na última segunda-feira. Apesar de o técnico Tom Coughlin dizer que foi por conta da programação, ele deixou escapar que “fez isso este ano porque em 2008 foi assim também e deu certo”.

Os jogadores do New England Patriots também têm os seus rituais. Mas preferem “se esquivar”. Durante a Super Semana, a ordem é evitar qualquer tipo de polêmica.

Toda essa conversa de superstição é para remeter à temporada de 2007. Para os torcedores do Giants, muito semelhante a essa. Altos e baixos, classificação heróica, uma incrível caminhada nos playoffs, batendo os dois times de melhores campanhas na Conferência Nacional fora de casa. Um deles, o Green Bay Packers. Agora, no Super Bowl, o adversário mais uma vez é o New England Patriots…

O Pats que, apesar de não com os mesmos números, fez a melhor campanha da Conferência Americana. Não venceu todos os jogos, é verdade, mas foi o “campeão” da temporada regular. Teve dificuldades na final de Conferência, mas passou. E agora pega o Giants, de olho na revanche…

E falando em Super Bowl XLII, não dá para esquecer de David Tyree e sua camisa 85. O wide receiver do Giants, que jogou durante quase todo ano nos special teams, fez quatro recepções na temporada regular, para 35 jardas. Fez, pelas palavras de vários jogadores de Nova York, “o pior treino da história” na sexta-feira pré-final.

Mas quem não lembra do 85? Pegou três bolas, uma delas para touchdown, e foi, ao lado, de Eli Manning, o protagonista do lance mais espetacular da história da final da NFL, ao recepcionar com a ajuda do capacete uma bola com poucos segundos para o fim do jogo. Depois, o Giants virou o jogo e foi campeão.

Tyree nunca mais “apareceu” na NFL. Ficou a temporada de 2008 machucado, depois foi cortado e jogou um tempo no Baltimore Ravens, sem brilho. Mas nunca mais será esquecido.

A camisa 85, neste ano, também pode ser decisiva. Jake Ballard, “novo dono” dela pelo Giants, brilhou na vitória sobre o Patriots na temporada regular. Depois, se machucou e cometeu muitos erros. Perdeu um pouco de espaço para Bear Pascoe, também tight end, que tem recepcionado mais bolas.

Se jogar como na primeira parte da temporada, Ballard será muito útil. Este espaço no meio de campo é fundamental para uma equipe que tem dificuldades em correr com a bola. A linha defensiva do Patriots tem jogado bem e deve pressionar Eli Manning, que vai precisar ser rápido muitas vezes. E Ballard seria um alvo valioso, ainda mais pelo seu grande tamanho.

Mas é por conta do 85 do Patriots que surgiu a ideia deste post. Há tempos, venho me assustando com as semelhanças entre o jogo de 2008 e este que está por vir. Muitas delas já enumeradas neste texto. Mas é incrível como Chad Ochocinco vive um momento igual ao de Tyree

É claro que Ochocinco tem mais “história”. Já foi escolhido entre os melhores wide receivers de uma temporada. Foi recebedor número 1 do Bengals durante vários anos. Mas sua carreira entrou em um declínio imenso, sua contratação pelo Patriots foi uma grande surpresa. Mas mesmo assim, se esperava muito mais dele.

Recebeu apenas 15 bolas, menor número de sua carreira, e marcou um touchdown. Pouco para quem foi contratado com a esperança de ser, pelo menos perto, de um alvo como Randy Moss foi para Tom Brady. Um jogador alto, que consegue pegar lances improváveis, e faz boas rotas pelas pontas. Jogou tão pouco que quase ninguém “percebeu” que ele desfalcou o time na final da Conferência Americana por conta da morte de seu pai.

Mesmo nem sombra do que já foi um dia, Chad – que nem ganhou um palanque no Media Day reservado para os principais jogadores do time – foi um dos mais procurados pelos repórteres na última terça-feira. Claro que seu carisma e por ser um jogador “midiático” são fatores importantes para ser um dos que ficaram mais em evidência. Mas se o camisa 85 fosse um jogador ruim, nunca teria conseguido este status.

“Tracei algumas metas e as cumpri sempre. Agora, esta é a última. Cheguei a este estágio e tenho a chance de conseguir um anel. Este é o momento. E vou aproveitá-lo” afirmou. “Este ano não foi como eu e ninguém esperávamos. Fiz o que tinha que fazer: trabalhei duro e fiquei quieto. Não estou certo se serei recompensado por isso agora, mas não há mais nada que eu possa fazer. Sou parte do time e fiz tudo o que me perdiram” – concluiu.

Segundo o relato de alguns colegas americanos, pareceu focado, muito menos fanfarrão como sempre foi.

“Chad está focado, pronto para o Super Bowl. E ele vai nos ajudar” – afirmou Tom Brady.

É claro que o Giants se “preparou” para Ochocinco. Seria ingenuidade esperar o contrário. A NFL trabalha em um nível muito profissional. Mas é de se esperar que a defesa de Nova York esteja mais preocupada com a ótima dupla de tight ends Aaron Hernandez e Rob Grokowski, que ainda não treinou, e com Wes Welker, o melhor slot receiver da Liga e um atleta muito rápido.

Alguém sempre “sobra”. Não fica livre, não é esquecido. Só que os times se preparam conforme as tendências dos outros. E Chad não é uma “tendência” para o Patriots. A secundária do Giants não é a melhor da NFL e Aaron Ross, possível marcador, costuma errar muito.

Não acho que Ochocinco ou Ballard serão manchetes no domingo. A tendência é que sejam coadjuvantes. Mas é importante lembrar de outros “duelos” e sair dos mais tradicionais como Eli Manning/Tom Brady.

A importância dos Novatos

williams jacquian640 640 A importância dos Novatos

No comando do Tom Coughlin os Rookies (novatos) geralmente passam a sua primeira temporada no time de especialistas, Practice squad ou inativos para os jogos. Nesse ano alguns rookies conseguiram seu espaço e se destacaram, como o Jacquian Williams e o Henry Hynoski, enquanto aos outros,  foram o principal fator da mudança drástica no time de especialistas,  ano passado Matt Dodge e companhia nos deram muitas dores de cabeça. E esses novatos, o que podemos esperar deles para o futuro? Edomingo, algum deles pode fazer a diferença?

#20 Prince Amukamara   CB O Cornerback foi considerado um achado nesse draft, pois deveria ter sido escolhido bem antes. Teve um ano duro, foi o último novato selecionado na 1º rodada a assinar seu contrato, o que lhe fez perder mais de uma semana do training camp,  e logo no seu segundo dia de treino, sofreu uma lesão no pé que lhe tirou de mais da metade da temporada regular. Voltou contra os eagles, interceptando o Vince Young em cima do Desean Jackson, mas depois disso foi constantemente queimado pelos Quarterbarcks. Ficou claro que ele não estava pronto, passou muito tempo sem ao menos correr, perdeu todo o training camp, mas fez bons tackles pelo time de especialistas. O Jerry Reese ainda não errou nas escolhas de 1rst round, com o Aaron Ross, Kenny Phillips,Hakeem Nicks e Jason Pierre-Paul, acreditem o não vai ser o primeiro bust draftado pelo Reese, Amukamara vai ser um dos bons Cornerbacks da liga.

#96 Marvin Austin   DT: Depois de ficar 2 anos sem jogar,devido a problemas com a Universidade de Carolina do Norte, Austin sofreu uma contusão no peito que lhe custou toda a temporada, e irá fazer 3 anos que não joga uma partida de Football, ele tem muito potencial, mas ainda é um projeto, tomara que forme uma dupla com o Joseph quando o contrato do Chris Canty terminar.

# 12 Jerrell Jerningan   WR: Veio de Troy, uma universidade pequena, parece que não se adequou ainda ao ritmo da NFL, mas depois de vários fumbles na pré-temporada, é o atual retornador de kickoffs. Sobre o futuro, ele é uma das boas razões para não darmos dinheiro demais ao Mario Manningham que vai ser Free Agency nessa temporada.

#73 James Brewer   OT:  Enorme e muito atlético,ainda está aprendendo as técnicas na NFL. Não jogou muitas partidas, mas pode ser o substituto do Diehl ou Mckenzie

#53 Greg Jones   LB: Pequeno para a posição, mas muito intuitivo e inteligente, teve suas chances como titular depois da contusão do Goff, mostrou algumas boas jogadas, mas não se firmou como um bom MLB. Um dos principais nomes do Special Team desse ano, vai entrar na briga pela posição de MLB nas próximas temporadas.

#39 Tyler Sash   S: Um típico “box safety”, aquele safety que fica mais perto dos Linebackers, jogando principalmente contra as corridas. Ele é muito comentado pelos veteranos como uma boa aposta, e foi um dos que mais se destacaram no time de especialistas, se não for um bom safety no futuro, vai contribuir bastante como especialista enquanto estiver no Giants.

#57 Jacquian Williams   LB: Quem disse que rookies não podem fazer grandes jogadas? Aquele fumble forçado no Kylle Williams foi gigante para esse time. E ele se firmou como um dos melhores Linebackers na cobertura de passes, sua ascensão foi um dos principais motivos para limitarmos o Tony Gonzalez, Jermichael Finley e Vernon Davis(sim, Davis fez 2 bonitos Tds, mas foi só isso, e foram em cima do Rolle e Phillips, enquanto o Williams esteve marcando ele, Davis não fez muito). Jacquian Williams será um nome fundamental para a vitória, já que o Patriots  vão utilizar bastante o Gronkowski e o Aron Hernandez, então dependemos muito de uma boa atuação dele para marcar esses 2 Tigh Ends. Williams também promete muito para o futuro, por que ele já é bom.

#33 Da’Rell Scott   RB: RÁPIDO! Sim ele é, visto os 2 Touchdowns que ele fez na pré-temporada, sendo um de 97 jardas, e outro em um fake punt. Jogou alguns snaps no ataque e retornou alguns kickoffs, fora isso não teve muito impacto no time titular, mas como outros desse bom Draft, promete bastante.

#45 Henry Hynoski   FB: Depois que dispensaram o Hedgecok, ficou aquela dúvida de quem seria um Fullback titular, mas esse rookie não draftado, cresceu e é uma ótima peça no ataque do Kevin Gilbridge. Bloqueia e recebe passes muito bem, se mostrou muito físico. é um dos nomes que atuarão bastante no domingo contra os Patriots, e New York Giants Fans esse será o nosso FB por muito tempo.

#55 Spencer Paysinger   LB: Um nome que pode surpreender a muitos, mas ele tem potencial, pode se tornar um bom LB no futuro. Ele, juntamente com Herzlich,Jones e Williams, são os motivos que o Giants não vão investir pesado nessa posição, pois vão dar uma chance para ver quais deles se tornarão bons jogadores, e temos boas chances que pelo menos 2 deles tornem-se bons titulares no futuro.

#58 Mark Herzlich   LB: De todos os rookies, esse é o que mais tenho orgulho de jogar pelo Giants. Ele era uma estrela na universidade, e depois de ter sofrido de um Sarcoma de Erwing, colocou sua carreira e vida em jogo. Um dos tratamentos recomendados não permitiria que Herzlich se quer podesse andar. Hoje ,Herzlich vai jogar o SuperBowl, sendo um grande nome no time de especialistas do Giants, e no futuro concorrendo por uma vaga entre os titulares de LB(jogou uma boa partida contra os eagles como titular na posição de MLB). Herzlich define o que é ser um Gigante.

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GO GIANTS!

Os Três Mosqueteiros

 Os Três Mosqueteiros

Fonte da imagem: @giants

A repórter Maggie Gray fez essa matéria para o Sports Illustrated, site de uma das principais revistas esportivas do mundo. No vídeo, ela fala das dúvidas que surgiram quando Steve Smith deixou os Giants para ir para os Eagles. Porém, poucos imaginavam que a equipe formaria um grupo tão explosivo, liderados por Hakeem Nicks, Victor Cruz e Mario Manningham.

Cruz disse que o trio gosta de ter a pressão sobre eles, de serem os caras que vão para o campo e fazem as jogadas, ajudando a equipe a ganhar os jogos. O Salsa Boy disse ainda que os três são muito amigos fora de campo, que se conversam com frequência, que sabem que enfrentarão uma experiência única na vida e que ele não teria pessoas melhores para compartilhar tal momento do que seus dois parceiros.

Nicks declarou que, apesar dessa experiência ser inédita para eles, o grupo está confiante e que está em Indianapolis por uma razão, da qual não sairão de lá sem ela.

Manningham falou que não se importa com o que as pessoas pensam, pois eles sabem o que são capazes de fazer.

Eli Manning, o cara que abastece os receivers com passes milimétricos, afirmou que os três são ótimos e que um apoia o outro, bastando ver que, quando qualquer um deles marca um touchdown, os outros chegam para cumprimentar, felizes uns pelos outros, numa demonstração de espírito de equipe, e é isso o que se espera de um grupo, ou seja, que coloquem os objetivos do time em primeiro lugar.

Tom Coughlin também foi só elogios, dizendo que todos estão muito bem e que cada um é uma peça importante de um todo, no atual momento. Ao mesmo tempo, todos são muito sérios a respeito de como jogam e sobre o que é atuar pelos Giants, tentando dar o seu melhor e sabendo o impacto que podem ter dentro de um jogo.

A jornalista encerrou a matéria lembrando que, apesar deste grupo estar junto há apenas um ano, eles já anotaram sete touchdowns nos playoffs. Acrescentou ainda que o tight end Jake Ballard disse a ela que ele tem a impressão que o grupo está junto desde o colegial, de tão bem que eles conhecem um ao outro, esperando que tudo isso seja recompensado com o título do Super Bowl, no próximo domingo.

Jacobs: Se for pra sair, que seja como campeão.

Jacobs120131 7 Jacobs: Se for pra sair, que seja como campeão.

Fonte da imagem: Pacers.com

Brandon Jacobs tem se divertido como nunca nos últimos dias. Depois da vitória na final da NFC, o running back tem tentado aproveitar cada segundo com seus companheiros, pois sabe que, no domingo, poderá disputar a sua última partida com a camisa dos Giants, equipe que o escolheu no draft de 2006. Ontem à noite, ele esteve em uma partida da NBA em Indianapolis, na qual os Pacers derrotaram os Nets. Junto com ele, entre outros famosos, estiveram sentados na primeira fila, ao lado da quadra, Ahmad Bradshaw e Hakeem Nicks. Até cerveja foi liberada na ocasião (moderadamente, é claro).

Aliás, da última vez em que esteve na cidade em que será disputado o Super Bowl, o Trenzinho não se divertiu nem um pouco. Ao contrário: foi multado e recebeu uma dura advertência da comissão disciplinar da NFL, depois que, num acesso de fúria no banco de reservas, atirou o seu capacete contra as arquibancadas do Lucas Oil Stadium, em 19 de setembro de 2010. Este ano também não foi dos mais fáceis para Jacobs. Desde 2006, teve a sua pior temporada em jardas conquistadas (571, na regular) e chegou até mesmo a ser vaiado pela impaciente torcida novaiorquina, no começo do campeonato.

Agora, porém, nada disso importa. Além de ter participado de alguns dos principais momentos da equipe no ano, como nos touchdowns que decretaram a vitória contra os Cowboys e os Packers, Brandon terá a chance que poucos tiveram na história: conquistar um segundo Lombardi Trophy. Essa é, inclusive, a sua maior motivação no momento, pois a sua permanência na equipe para o ano que vem ainda é duvidosa, devido à sua queda de produtividade e idade avançada para a posição, aos 29 anos. “Se tiver que ser, será“, declarou o running back. “Mas pelo menos eu sairei com mais um anel de Super Bowl“.

Sim, o Trenzinho está confiante. Nas suas entrevistas, você não escuta nenhum “tomara“, ou “talvez“; muito menos, alguma hesitação no seu vozeirão de alguém na plenitude dos seus 120Kg. “Nós não sentimos que somos zebras. Isso é coisa de Vegas“, numa referência às casas de apostas de Las Vegas, que apontam New England como favorito para a vitória no domingo. Ele aposta num jogo “nada menos do que físico” e que a “intensidade será alta“, por parte dos Patriots .

Neste processo todo, Jacobs espera provar que merece mais uma oportunidade com os Giants, quem sabe até, encerrando a sua carreira no uniforme azul que sempre vestiu na Liga. Seu contrato, reformado para que Bradshaw pudesse continuar na franquia, terminará no ano que vem, mas há uma questão de um bônus de $ 500.000, em março deste ano. “Jogarei o Super Bowl pelo New York Giants, mas, se for para as coisas acontecerem, não há nada que eu possa fazer. Mas eu estou pronto para ir para o jogo e dar o meu melhor, para ajudar a nossa equipe“.

Bradshaw espera pela mesma coisa. “Não quero pensar nisso; ele é um irmão mais velho para mim“, comentou. “Não quero que ele saia. Ele está aqui desde o meu primeiro dia com o time. Não quero imaginar que ele possa estar de saída“.

O-Line: Proteção Vital

 O Line: Proteção Vital

Fonte da imagem: Getty Images

Os Giants têm uma linha ofensiva à moda antiga, como gosta o tradicionalista Tom Coughlin, com jogadores fortes, altos e pesados. O estilo também é o da velha escola do futebol americano, com os cinco jogadores brigando feito ursos nas trincheiras, para que o ataque consiga avançar o maior número possível de jardas. Para se ter uma noção do tamanho da coisa, a média de altura entre os titulares é de 1,95m, com peso de 140Kg. Definitivamente, não é pouca coisa, mas isso será necessário para combater uma defesa com jogadores fortes como a dos Patriots, que conta com atletas do calibre de Vince Wilfork, com seus quase 150Kg.

Se a O-Line se sair bem contra o esquema dos Pats, aonde a formação 3-4 predomina, New York terá meio caminho andado para a vitória, pois quanto mais pudermos manter Tom Brady no banco, apenas observando o seu companheiro de posição Eli Manning jogar, melhor.

É nosso trabalho manter a nossa defesa do lado de fora do campo“, declarou o guard Chis Snee. “A única maneira de fazermos isso é protegendo o Eli e correr com a bola. Nós preferimos marchar gradualmente pelo campo, embora neste ano tenhamos visto o ataque avançar com várias big plays. O objetivo é o mesmo: controlar o relógio e manter aquele ótimo ataque deles do lado de fora“.

Além de Snee, o grupo conta com outro guard em Kareem McKenzie, os tackles David Diehl e Kevin Boothe, além do center David Baas. O setor já passou por maus momentos desta temporada, especialmente no início do campeonato. Não bastassem os problemas técnicos, contusões também castigaram o setor. O próprio Baas, que veio dos 49ers como a principal contratação do time, convive com dores diárias e diferentes, mas conseguiu se recuperar um pouco para essa reta final. Will Beatty, que vinha sendo o atleta mais elogiado da linha, sofreu um descolamento  na retina algumas semanas atrás e teve que sair do roster de ativos.

Na oportunidade anterior em que se enfrentaram, ainda na temporada regular, vencemos os Patriots por 24-20. Na ocasião, a OL fez um ótimo trabalho, dando tempo suficiente para Manning trabalhar as melhores jogadas, castigando a secundária de New England. O jogo corrido não foi tão bem, mas não só Ahmad Bradshaw estava de fora, por conta de uma fratura no pé, como o nosso ataque terrestre foi, sim, fraco durante o campeonato, com a pior média por carregadas (3,5 jardas). Porém, depois que começaram os playoffs, nossos running backs lideram as estatísticas em tentativas de corridas e a média de avanço por corrida subiu para 4,2 jardas.

Eles têm um monte de caras pesados do lado de lá. É muito difícil passar por eles“, comentou Brandon Jacobs. “Será uma briga de cachorro grande“. Agora, pelo menos, não sobrará apenas para o Trenzinho a missão de correr com a bola, pois Bradshaw está recuperado, apesar de vir sendo poupado de quase todos os treinos, por precaução.

No final da temporada, os Giants fizeram algumas rotações na linha ofensiva: Diehl mudou de left guard para tackle e Boothe retornou à sua posição de origem. “Como linha ofensiva, nós estamos unidos e jogando bem“, afirmou Diehl. Aliás, ele e McKenzie são os únicos jogadores do setor que participaram dos 19 jogos até aqui.

As trincheiras são importantes em todas as partidas“, declarou Snee. “Sentimos que é lá que se perdem ou que se ganham os jogos. Embora, se olharmos para o jogo passado, chegaram no Eli várias vezes, o que poderia fazer com que alguns me chamem de mentiroso“.

De fato, Manning sofreu seis sacks pela defesa de San Francisco, além de ter sido derrubado por diversas vezes pelo pass rush do adversário, tido como um dos mais fortes de toda a Liga. Porém, durante a temporada regular, nosso quarterback foi tratado como um vaso de cristal pela linha ofensiva, sendo sacado apenas 28 vezes, 7ª melhor marca de toda a NFL. Que no próximo domingo, Manning volte a ser tratado como as joias da coroa e receba toda a proteção possível em campo.

O Momento Weatherford

captainph O Momento Weatherford

Fonte da imagem: GiantsBrasil

No meio de tantas estrelas, como Eli Manning, Justin Tuck, Hakeem Nicks, um jogador vem tendo bastante destaque nos últimos dias. Seu nome: Steve Weatherford. Sua posição: punter. Depois de uma temporada em que a cada chute do rookie Matt Dodge os torcedores dos Giants ficavam alguns segundos sem respirar, o veterano recém-dispensado dos Jets trocou o verde pelo azul e começou a reconstruir a sua carreira na mesma cidade. Discreto em campo, Weatherford teve o seu grande momento até aqui na última partida, contra os 49ers, participando diretamente do resultado. Foi após um de seus punts que o calouro Kyle Williams, na pressa de ganhar jardas, sofreu um fumble provocado por Jacquian Williams e recuperado por Devin Thomas. A seguir, foi o #5 quem arrumou numa fração de segundos o péssimo snap que Zak DeOssie mandou para trás, para que Lawrence Tynes pudesse acertar o fieldgoal que decidiu, na prorrogação, a dramática final de Conferência.

A partir dali, o jogador caiu nas graças dos torcedores dos Giants. Não apenas pela participação no jogo, mas também por ter extravasado no campo, diante das câmeras da Fox, da mesma forma que muitos torcedores fizeram em casa. “We´re going to the motherf****ng Super Bowl“, berrou um alucinado Weatherford, enquanto tirava o seu capacete e corria feito um maluco no gramado molhado. Esse momento não passou despercebido pela torcida, já que a frase, digamos…espontânea, tornou-se um dos slogans dos que estão na torcida pelo Big Blue.

 Weatherford também leva a expressão “atleta” ao mais alto nível, sendo um verdadeiro viciado em exercícios físicos e boa alimentação. O punter foi destaque da revista Men´s Fitness, no final do ano passado, quando participou de uma matéria em que a sua preparação quase espartana foi abordada. Todo esse trabalho, ajuda Steve a não ter apenas um chute potente, mas também a ter corpo suficiente para ajudar nos tackles sobre os jogadores do special team adversário.

Não bastasse isso, Weatherford tem sido o cara mais divertido do roster nas duas últimas semana. A sua página no Twitter (@Weatherford5) tem sido o melhor lugar atualmente para fotos engraçadas e curiosas sobre os dias que antecedem o Super Bowl XLVI. Além de fazer uma cobertura quase que em tempo real do que está acontecendo com o grupo, o jogador ainda nos diverte com coisas como tirar fotos de um envergonhado Manning a caminho dos jogos, fazendo comentários brincalhões sobre o corte de cabelo do nosso quarterback, dentre outras pérolas.

Por fim, Weatherford é um fã declarado do personagem Capitão América, com quem se identifica. Assim, fica a homenagem do GiantsBrasil ao nosso punter e os nossos votos de excelentes chutes no próximo domingo. Que ele trabalhe muito, o que será sinal de que os Patriots não estarão pontuando.

And let´s go to the motherf****ng Super Bowl!

Tom Coughlin: Na sombra de 2008?

Super Bowl Giants Football 102173 team Tom Coughlin: Na sombra de 2008?

Fonte da imagem: AP

Os Patriots abriram a semana com treinos em Indianapolis, na mais alta intensidade. Os Giants chegaram apenas ontem e só irão para o campo na quarta-feira. Esse atraso preocupa? “Não“, segundo o treinador Tom Coughlin.

Em primeiro lugar, esse é o mesmo caminho que percorremos da vez passada“, disse, em referência à preparação para o Super Bowl XLII. “Eu acho que foi algo muito bom e isso aconteceu depois de eu ter pesquisado a respeito daquela agenda que usamos, para repetir exatamente a mesma desta vez“.

Coughlin falou que, com o desembarque na segunda-feira e a loucura que será o Media Day desta terça, ele gostaria de dar aos seus atletas tempo suficiente para se adaptarem a todo o ambiente que envolve o grande evento. E, assim como naquela temporada vencedora, a equipe teve a parte mais intensa das atividades na semana passada, em New Meadowlands.

Os jogadores ficaram satisfeitos com a decisão e garantem que se sentiram bem com essa estratégia de chegar mais tarde.  E, se for isso que fizeram em 2008, melhor ainda. “Eu realmente me esqueci de grandes partes da preparação daquela vez“, disse o guard Chris Snee. “Mas o coach veio com a mesma agenda de trabalho. Isso funciona com a gente“.

Certo mesmo, é que desta vez os jogadores não aderiram ao visual ”Men in Black” que usaram em Glendale. O motivo principal, agora, foi para não fazer do ato uma espécie de ritual supersticioso. Naquela oportunidade, a atitude fazia sentido, porque New York chegava ao Super Bowl como uma verdadeira zebra, já que New England era favorito disparado à conquista. Assim, como uma estratégia para abalar os Perfect Pats, os jogadores dos Giants combinaram de se vestirem todos de preto, como se estivesse indo para o funeral de Tom Brady e sua turma, numa demonstração de união do elenco. Desta vez, o clima está ótimo e o grupo está fechado, não precisando recorrer a esse tipo de arma, que apenas serviria para alimentar nos Patriots um sentimento ainda maior de revanchismo.

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Próximo Jogo
Roster

Quarterbacks
8 David Carr
10 Eli Manning

Running Backs
44 Ahmad Bradshaw
45 Henry Hynoski FB
27 Brandon Jacobs
33 Da'Rel Scott
28 DJ Ware

Wide Receivers
13 Ramses Barden
80 Victor Cruz
12 Jerrel Jernigan
82 Mario Manningham
88 Hakeem Nicks
15 Devin Thomas KR

Tight Ends
85 Jake Ballard
47 Travis Beckum
86 Bear Pascoe FB

Offensive Linemen
64 David Baas C
77 Kevin Boothe G/T
79 James Brewer T
63 Jim Cordle C
66 David Diehl G
67 Kareem McKenzie T
62 Mitch Petrus G
76 Chris Snee G
70 Tony Ugoh T

Defensive Linemen
95 Rocky Bernard DT
99 Chris Canty DT
74 Dwayne Hendricks DT
97 Linval Joseph DT
90 Jason Pierre-Paul DE
71 Dave Tollefson DE
69 Justin Trattou DE
91 Justin Tuck DE
72 Osi Umenyiora DE

Linebackers
93 Chase Blackburn OLB
59 Michael Boley OLB
58 Mark Herzlich OLB
53 Greg Jones MLB
94 Mathias Kiwanuka OLB/DE
55 Spencer Paysinger OLB
57 Jacquian Williams OLB

Defensive Backs
20 Prince Amukamara CB
36 Will Blackmon CB/KR
37 Michael Coe CB
34 Deon Grant SS
22 Derrick Martin FS
21 Kenny Phillips SS
26 Antrel Rolle FS/CB
31 Aaron Ross CB/PR
39 Tyler Sash SS
23 Corey Webster CB

Special Teams
51 Zak DeOssie LS
9 Lawrence Tynes K
5 Steve Weatherford P

Reserve Lists
78 Stacy Andrews T/G
96 Marvin Austin DT (IR)
65 Will Beatty T
83 Michael Clayton WR (IR)
37 Michael Coe CB (IR)
54 Jonathan Goff MLB (IR)
87 Domenik Hixon WR (IR)
25 Bruce Johnson CB (IR)
-- Chad Jones SS (NF-Inj.)
-- Martin Parker DT (IR)
52 Clint Sintim OLB (IR)
24 Terrell Thomas CB (IR)
30 Justin Tryon CB
29 Brian Witherspoon CB (IR)

Practice Squad
41 Brandon Bing CB
35 Andre Brown RB
60 Selvish Capers OT
19 Dan DePalma WR
74 Dwayne Hendricks DT
48 Christian Hopkins TE
17 Ryan Perrilloux QB
18 Isaiah Stanback WR
98 Adrian Tracy OLB

Números Retirados

1 Ray Flaherty *
4 Alphonse "Tuffy" Leemans
7 Mel Hein
11 Phil Simms
14 Y.A. Tittle
16 Frank Gifford
32 Al Blozis
40 Joe Morrison
42 Charlie Conerly
50 Ken Strong
56 Lawrence Taylor


* em 1935, foi o primeiro número de camisa a ser aposentado por uma equipe na história dos esportes profissionais.

Nossos Títulos
Campeão Nacional (8): - NFL Championship (4): 1927, 1934, 1938, 1956. - Super Bowl (4): 1987 (XXI), 1991 (XXV), 2008 (XLII), 2012 (XLVI)

Campeão da Conferência NFC (10): - NFL East (6): 1956, 1958, 1959, 1961, 1962, 1963 - NFC (5): 1987, 1991, 2001, 2008, 2012

Campeão da Divisão Leste (16): - NFL East (8): 1933, 1934, 1935, 1938, 1939, 1941, 1944, 1946 - NFC East (6): 1986, 1989, 1990, 1997, 2000, 2005, 2008, 2011

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