New York Giants

Caso da venda de equipamentos termina com demissões após acordo judicial

Photo by Andrew Mills - NJ Advance Media for NJ.com cert

Tudo começou com uma simples denúncia, algo pequeno e quase incompatível com a realidade. Afinal, quem iria achar que Eli Manning, um jogador duas vezes campeão do Super Bowl e com um contrato milionário, realmente vendia equipamentos com autógrafos dele na internet alegando pertencerem de determinados jogos.

Um caso misterioso com o final mais misterioso ainda porque terminou em um acordo judicial cujo as partes não podem divulgar quaisquer detalhadas.

Para quem não sabe, em 2014, Eli Manning e o Giants estavam sendo processados por venderem equipamentos de jogos com condições enganosas. Os equipamentos eram vendidos com anúncio que foi usado por Eli Manning em determinado jogo ou data e eram autenticados pela franquia, inclusive autografado pelo jogador. Porém, na verdade nunca foram utilizados naquela data ou jogo.

Um caso grave que ninguém acreditava ou acredita que Eli Manning fazia parte porque as cifras contratais do jogador eram infinitamente maiores do que as vendas, em 2017 o jogador ganhou aproximadamente $ 19.700.000,00 de doares e ganhará em 2018 algo em torno de $ 22.200.000,00 (segundo o spotrac, clique aqui), ou seja, ele não precisa disso.

Todavia, no final do ano passado o caso foi para julgamento cível e nesse mês ocorreu uma espécie de audiência para ouvir as partes e testemunhas do caso, porém, tudo terminou em um acordo sigiloso com a franquia divulgando uma nota:

“The compromise agreement, entered into by all parties, should not be viewed as supporting any allegations, claims or defenses. All parties are grateful to have the matter, which began in 2014, concluded and are now focused on football, the fans and the future.”

Tradução livre: “O acordo firmado por todas as partes não devem ser visto como apoio a quaisquer alegações, reivindicações ou defesas. Todas as partes estão gratas por ter o assunto, que começou em 2014, encerrado e agora [a franquia] estará focada no football, fãs e no futuro.” 

Isso basicamente quis dizer que o acordo foi consensual entre todas as partes e que ninguém poderia tomar alegações ou promover especulações, porém, um fato sem detalhes ascendeu uma curiosidade em jornalistas e torcedores, o que aconteceu afinal?

Entretanto, nos últimos dias o assunto ainda gera consequências na franquia, sabe aquele ditado “a roupa suja se lava em casa”, nunca fez tanto sentido porque a franquia está “lavando a dela” e três executivos do front office foram demitidos, são eles: Edwad Skiba (assistente de equipamentos), Joseph Skiba (diretor de equipamento) e Ed Wagner Jr (gerente de equipamentos) segundo informação de Jordan Raanan da ESPN.

Isso ligou todo tipo de especulação no meio jornalistico de New York, por outro lado, a franquia não respondeu ou emitiu qualquer nota sobre o assunto.

Quanto aos torcedores, resta especular, até onde esses profissionais são responsáveis? Eu quero acreditar que Eli Manning só foi enganado  mas fatalmente, essas demissões, representam uma limpeza da casa, afinal, os equipamentos vieram dos vestiários das instalações da franquia. 

O que vocês acham do caso? Comentem aí.

 

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